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sábado, 23 de setembro de 2017

A Cura Do Paralítico De Carfarnaum (Marcos 2:1-12

Cafarnaum, vem do hebraico Kfar Nachum, ou seja, aldeia de Naum.
Era uma aldeia de pescadores que está situada a noroeste das margens do Mar da Galileia, um grande lago de aproximadamente 21 km de comprimento por 12 km de largura.
Local de uma importantíssima atividade comercial da época, a atividade pesqueira.
Havia também em Cafarnaum, uma alfândega, uma guarnição e ao menos uma sinagoga.
Cafarnaum estava na região do caminho que conduzia à Assíria, ou seja, na rota principal de todo oriente, que alcança o Mediterrâneo e o Egito. Jesus morou em Cafarnaum, assim como alguns de seus discípulos (Pedro, Tiago, André e João)

A Cura Do Paralítico De Cafarnaum

A criatividade é, sem dúvida, um presente de Deus a nós. É uma das mais fantásticas semelhanças que carregamos de Deus. O primeiro a demonstrar o poder da criatividade foi o próprio Deus, através da Sua fantástica criação que podemos até hoje contemplar. O segundo a demonstrar criatividade foi a mais criativa criação de Deus, o homem. O homem começa a exercer sua criatividade quando dá nome aos animais.
“Havendo, pois, o SENHOR Deus formado da terra todos os animais do campo e todas as aves dos céus, trouxe-os ao homem, para ver como este lhes chamaria; e o nome que o homem desse a todos os seres viventes, esse seria o nome deles.” (Gn 2. 19)
Deus nos deu a grande possibilidade de usarmos a criatividade para abençoar. Eu aprendo isso olhando para a história de cinco amigos. Quatro desses amigos eram normais, gozavam de saúde perfeita, mas um deles era paralítico. Certamente os rumores de que um tal Jesus, Filho de Deus, estava na casa de certa pessoa ali na cidade de Cafarnaum, acendeu a vontade daqueles homens de abençoar.
A amizade e o amor conduziram os amigos a levar o paralítico de Cafarnaum até o Senhor Jesus. “Alguns foram ter com ele, conduzindo um paralítico, levado por quatro homens.” (Mc 2. 3). Até aqui vemos apenas a boa intenção dos amigos para abençoar esse querido paralítico. Mas logo a sua boa intenção iria ser provada.

Paralítico de Cafarnaum

Uma multidão se interpunha entre eles e Jesus. Talvez aqui houvesse um bom motivo de desistirem ou voltarem em outro momento. “E, não podendo aproximar-se dele, por causa da multidão…” (Mc 2. 4). Você já deve ter enfrentado uma fila ou uma multidão. As multidões são as pessoas mais egoístas que existem. Poucos estariam dispostos a ceder a sua vez a um paralítico.
Mas a criatividade e a vontade de abençoar eram grandes e poderosas demais! Fico imaginando esses amigos pensando, “matutando”, colocando suas mentes para funcionar em prol de abençoar o seu próximo. O que surgiu? Uma ideia criativa!
“…Então fizeram um buraco no telhado da casa, em cima do lugar onde Jesus estava, e pela abertura desceram o doente deitado na sua cama.” (Mc 2. 4 – NTLH). A ideia foi criativa, mas deu trabalho. Eles, porém, encararam o trabalho, pois queriam abençoar a vida do paralítico.
O resultado de toda essa criatividade baseada no amor foi que o paralítico saiu de lá andando curado por Jesus! “Então, ele se levantou e, no mesmo instante, tomando o leito, retirou-se à vista de todos, a ponto de se admirarem todos e darem glória a Deus, dizendo: Jamais vimos coisa assim!” (Mc 2. 12)
Todos nós podemos lançar mão da criatividade, pois ela nos foi dada por Deus. Precisamos, porém, buscar as motivações certas, o querer abençoar. Sempre haverá uma forma criativa de impactar as pessoas para o bem.
Seja criativo! E mais: Seja um crente abençoador criativo como os quatro amigos do paralítico!

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