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terça-feira, 16 de outubro de 2018

Como Ganhar o Mundo Para Deus
de Dennis Downing
“Peçam, pois, ao Senhor da colheita que envie trabalhadores para a sua colheita.” - Mateus 9:38
Há dois erros que cometemos em relação ao evangelismo. Alguns recuam diante de tantos perdidos, como se tudo que pudessem fazer fosse inútil. Outros agem como se precisassem fazer tudo sozinhos. Jesus nos mostra o segredo – a dependência em Deus.
A colheita não é maior que o nosso Deus, nem o número de trabalhadores menor do que ele pode enviar. A grande questão é: nós vamos depender de Deus? Nós vamos pedir ajuda a Ele? Ele é o senhor da colheita. É verdade que não basta orar.
William Barclay conta que Lutero, quando começou a pregar em prol da reforma fez um pacto com um amigo que era monge. O amigo ficaria no mosteiro orando e Lutero sairia, mundo afora, para pregar. Uma noite o monge teve um sonho que o incomodou. No sonho ele viu um grande campo de milho, do tamanho do mundo. Um homem solitário estava laborando na colheita - uma missão impossível e de quebrar o coração. Foi quando o monge percebeu que sua presença também seria necessária na colheita.
Quem será que colocou isso no coração daquele monge? Você sente que a obra de salvar os perdidos é maior que você? É por isso que Jesus está dizendo que precisamos rogar ao Senhor.
Mas, não basta apenas pedir que Deus envie outros. Nós temos que ir também. Não é preciso ir para o outro lado do mundo, nem do país. Basta ir até o outro lado do bairro, da rua, da sala.
Falar com Deus e depois falar com nosso próximo. É só isso que Deus precisa para ganhar o mundo. Será que não podemos fazer isso? Na sua ânsia de ganhar o mundo, quando foi a última vez que você falou com o Dono?
Nesta geração há 2.2 bilhões de pessoas em 1,739 grupos de línguas que não possuem nenhuma porção da Bíblia em sua língua nativa. Será que entre aqueles que lêem estas palavras de Jesus hoje há alguém que gostaria de traduzi-las para aqueles que ainda não ouviram? Será que durante as vidas destas 2.2 bilhões de pessoas há discípulos de Jesus convencidos da urgência desta missão e do chamado do Mestre para realizá-la?
Oremos: Nosso Pai no céu, o Senhor é também dono da terra. O Senhor manda em tudo que há. Por favor, envie trabalhadores para sua colheita. E ajude a nós, que já vemos o tamanho da obra, a lembrarmos que esta colheita é do Senhor. Confio que o Senhor dará a todos nós tudo que precisamos para fazer a nossa parte. Sei que é só isso que o Senhor espera de nós. Em nome de Jesus eu oro. Amém.


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quinta-feira, 27 de setembro de 2018

O Princípio de Mordecai

Thomas Lachenmaier
Mordecai, homem fiel a Deus e que é mencionado no livro de Ester, não dobrava seus joelhos diante de ninguém, exceto diante de Deus. Também hoje a observação desse princípio não causa prejuízo a ninguém.
O psicanalista judeu Michael Amram Rinast (68) não recebeu muita influência da fé judaica por meio de seus pais. O seu pai faleceu cedo e sua mãe era ateísta. Sua avó, no entanto, acendia cada sexta-feira à noite a vela do Shabbat, e assim ele tinha conhecimento de alguns costumes judaicos e, no decorrer de sua vida, novamente se aproximou mais da fé judaica. Ele relata que recebeu de sua avó o que seria “a frase mais marcante de sua vida: ‘Você nunca se ajoelhará diante de ninguém, exceto diante de Deus!’. Assim, esse é o princípio de Mordecai”.
Michael Amram Rinast, nos últimos 25 anos de sua vida profissional como consultor administrativo, orientou-se por essa máxima da vida de Mordecai, o homem fiel a Deus, que nos foi transmitida no livro de Ester. Isso lhe custou contratos e clientes, ele relatou. Isso lhe causou prejuízo? Provavelmente não. Ele se manteve fiel a si mesmo e a um princípio bíblico.
Mordecai era um homem sábio, conforme lemos na Bíblia, e a ação prática fazia parte de sua sabedoria de nunca dobrar os joelhos diante de alguém, exceto diante de Deus. Mordecai demonstrou ser um cidadão leal, mesmo estando na Diáspora persa para onde foi levado juntamente com muitos israelitas. No entanto, ele não dobrou seus joelhos diante dos governantes do mundo. Mordecai era temente a Deus e não temente aos homens. Como seria possível – de um modo geral – que uma pessoa tivesse prejuízo ao agir em obediência a Deus e não se prostrar diante dos ídolos desse mundo?
O amor ao próximo de que fala a Bíblia vale para a pessoa, que é uma criatura de Deus. Ele não inclui a aceitação daquilo que ela faz ou até a quem ela adora.
O desafio bíblico de não dobrar os joelhos diante de falsos deuses – e nem diante de governantes desse mundo ou homens poderosos – hoje é tão atual como foi à época de Mordecai. Refletir sobre esse tema pode aguçar nosso olhar para descobrir quais são os ídolos de nossa época. A isso certamente pertence o espírito da época que nos leva à busca incessante da realização de nossas próprias necessidades, de trocar a individualidade pelo egoísmo? Não seria igualmente o caso de participar do grande coral, de que cada um tem razão à sua maneira, e que assim também o deus do Islã finalmente seria o mesmo que nos fala através da Bíblia? Não dobrem seus joelhos diante de quem não é Deus, de quem participa do quebra-jejum dos muçulmanos ou, sendo cristão, apoia a construção de mesquitas – aplicando erroneamente o mandamento do amor ao próximo. O amor ao próximo de que fala a Bíblia vale para o próximo, o indivíduo, à pessoa que é uma criatura de Deus. Ela não inclui a aceitação daquilo que ele faz ou até a quem ele adora.
Quem não estabelece essa diferença perde a visão para aquilo que realmente importa quanto ao amor para um muçulmano: tratá-lo amistosamente e com respeito e professar a quem unicamente devemos adoração e diante de quem todos os joelhos se dobrarão – exatamente como a Palavra de Deus confirma. Lemos sobre isso, entre outras passagens, em Isaías 45.23; Romanos 14.11; Filipenses 2.10. Quão facilmente acompanhamos os uivos dos lobos do espírito da época e com isso deixamos de direcionar o olhar dos outros para aquele diante de quem devemos dobrar nossos joelhos – diante do Deus que podemos chamar de Aba, Pai, e que se aproximou magnificamente de nós por meio de Jesus Cristo.
O relato bíblico da bela Ester, que no decorrer desses acontecimentos amadureceu e aprendeu a ser fiel a Deus e a “fazer o que deve ser feito” (mesmo que pudesse ter consequências graves, até com a perda da sua vida), serve hoje para nos ensinar e inspirar para seguir a Jesus com novo ânimo. Assim como foi na época de Ester e Mordecai, também hoje o inimigo de Deus quer a submissão. No final da história, ele vai requerer a submissão total de todas as pessoas, ele quer ver o sinal de submissão na mão ou na testa de cada um.
De acordo com as probabilidades, a rejeição a essa submissão diante do maligno terá as mesmas graves conse­quências como as que ameaçaram a Ester e a Mordecai. Quem não aceitar o sinal terá mais prejuízos do que apenas contratos e clientes. Ele não conseguirá comprar nem vender, e assim estará excluído totalmente da vida cotidiana. Evidentemente muitos serão mortos por não dobrarem seus joelhos. Os discípulos de Jesus serão “perseguidos e condenados à morte” (ver Mt 24.9). A Bíblia relata (Ap 20.4) que esses fiéis discípulos de Jesus serão decapitados. As pessoas que assassinarem os cristãos o farão crendo que estão “prestando culto a Deus” (ver Jo 16.2-3).
Isso aconteceu com frequência na história, principalmente desde o surgimento do Islamismo, no início do século VII. Matar pessoas acreditando que está prestando serviço para Deus é algo que se estende através de toda a história islâmica. Quando os turcos otomanos, em 1480, comandados por Ahmed Pasha, conquistaram Otranto, a cidadezinha portuária ao sul da Itália, eles colocaram as pessoas diante da escolha: dobrar os joelhos e aceitar o islamismo ou ser decapitado. Os cristãos daquela região de Apúlia não dobraram suas frontes diante de nenhuma exigência de submissão, nem diante de ídolo algum.
Os muçulmanos decapitaram o bispo e centenas de pessoas em plena catedral. O governo da cidade havia sido entregue ao veterano alfaiate Antonio Pezzulla. Também ele se negou a aderir ao islamismo. Ele foi decapitado juntamente com mais de 800 pessoas. É isso que acontece em nossos dias, quando cristãos são assassinados pelo fato de serem cristãos. Os assassinos alegam estar prestando um serviço ao seu deus e o confirmam dizendo: “Allahu Akbar” (“Alá é Grande”).
Mesmo assim, não há razão para a submissão. A alternativa divina da Bíblia diz que essa obediência e essa rejeição à falsa submissão, no final, não causa perdas, mesmo que possa parecer, mas conduz à vida eterna. João escreve sobre isso em Apocalipse 20.4: “Vi as almas dos que foram decapitados por causa do testemunho de Jesus e da palavra de Deus. Eles não tinham adorado a besta nem a sua imagem, e não tinham recebido a sua marca na testa nem nas mãos. Eles ressuscitaram e reinaram com Cristo durante mil anos”.
Deus pode capacitar pessoas a não dobrarem seus joelhos diante de ninguém, sob nenhuma circunstância, quando estas confiarem totalmente na sua Palavra, na afirmação de Jesus: “Não tenham medo dos que matam o corpo, mas não podem matar a alma. Antes, tenham medo daquele que pode destruir tanto a alma como o corpo no inferno” (Mt 10.28). —

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domingo, 26 de agosto de 2018

Os 5 Sinais da Fé
“E estes sinais seguirão aos que crerem: Em meu nome expulsarão os demônios; falarão novas línguas; Pegarão nas serpentes; e, se beberem alguma coisa mortífera, não lhes fará dano algum; e porão as mãos sobre os enfermos, e os curarão.” Marcos 16:17,18
A fé em cristo transcende o abstrato.
“Mas, ó homem vão, queres tu saber que a fé sem as obras é morta? Porventura o nosso pai Abraão não foi justificado pelas obras, quando ofereceu sobre o altar o seu filho Isaque? Bem vês que a fé cooperou com as suas obras, e que pelas obras a fé foi aperfeiçoada. E cumpriu-se a Escritura, que diz: E creu Abraão em Deus, e foi-lhe isso imputado como justiça, e foi chamado o amigo de Deus. Vedes então que o homem é justificado pelas obras, e não somente pela fé. E de igual modo Raabe, a meretriz, não foi também justificada pelas obras, quando recolheu os emissários, e os despediu por outro caminho? Porque, assim como o corpo sem o espírito está morto, assim também a fé sem obras é morta.” Tiago 2:20-26
Não consigo aceitar uma geração que tenta transformar a fé em uma simpática filosofia de vida, limitada pelo politicamente correto buscando coerência com o mundo.
Existem 5 sinais evidentes da fé.
1- Expulsarão demônios.
2- Falarão novas línguas.
3- Pegarão em serpentes.
4- Serão imunes aos venenos.
5- Curarão aos enfermos.
Derrotando as forças das trevas.
Todo cristão recebeu autoridade para expulsar demônios.
“Eis que vos dou poder para pisar serpentes e escorpiões, e toda a força do inimigo, e nada vos fará dano algum.” Lucas 10:19
Expulsar demônios está na base do ensino de Jesus e na pratica da igreja de Atos.
“E todos se admiraram, a ponto de perguntarem entre si, dizendo: Que é isto? Que nova doutrina é esta? Pois com autoridade ordena aos espíritos imundos, e eles lhe obedecem!” Marcos 1:27
“Pois que os espíritos imundos saíam de muitos que os tinham, clamando em alta voz; e muitos paralíticos e coxos eram curados.” Atos 8:7
Não é em vão que da lista dos sinais expulsar demônios seja o primeiro da lista, pois é uma evidencia da chegada do Reino de Deus.
“Mas, se eu expulso os demônios pelo dedo de Deus, certamente a vós é chegado o reino de Deus.” Lucas 11:20
Novas línguas.
καινός /kainos 1) novo 1a) com respeito à forma 1a1) recentemente feito, fresco, recente, não usado, não surrado 1b) com respeito à substância 1b1) de um novo tipo, sem precedente, novo, recente, incomum, desconhecido
γλῶσσα / glossa
1) língua como membro do corpo, órgão da fala 2) língua 1a) idioma ou dialeto usado por um grupo particular de pessoas, diferente dos usados por outras nações
Somos um povo de uma fala diferente.
Precisamos começar com uma fala onde o Espirito Santo seja reconhecido.
“E admiravam a sua doutrina porque a sua palavra era com autoridade.” Lucas 4:32
“E não podiam resistir à sabedoria, e ao Espírito com que falava.” Atos 6:10
Creio que este tipo de fala é influenciada pela pratica de oração em línguas espirituais.
“Porque o que fala em língua desconhecida não fala aos homens, senão a Deus; porque ninguém o entende, e em espírito fala mistérios.” 1 Coríntios 14:2
Fazendo uma análise bíblica você vai ver que as línguas sempre estão próximas da profecia na igreja.
“E eu quero que todos vós faleis em línguas, mas muito mais que profetizeis; porque o que profetiza é maior do que o que fala em línguas, a não ser que também interprete para que a igreja receba edificação.” 1 Coríntios 14:5
“O que fala em língua desconhecida edifica-se a si mesmo, mas o que profetiza edifica a igreja.” 1 Coríntios 14:4
“E, impondo-lhes Paulo as mãos, veio sobre eles o Espírito Santo; e falavam línguas, e profetizavam.” Atos 19:6
Olhando assim é muito simples entender que orando em línguas alcanço edificação necessária para profetizar e servir a igreja.
Se os Espírito puder dominar minha língua coisas incríveis podem acontecer.
“Assim também a língua é um pequeno membro, e gloria-se de grandes coisas. Vede quão grande bosque um pequeno fogo incendeia.” Tiago 3:5
Pegarão em serpentes.
Entre os antigos a serpente era um símbolo de astucia.
“Ora, a serpente era mais astuta que todas as alimárias do campo que o SENHOR Deus tinha feito. E esta disse à mulher: É assim que Deus disse: Não comereis de toda a árvore do jardim?” Gênesis 3:1
“Mas temo que, assim como a serpente enganou Eva com a sua astúcia, assim também sejam de alguma sorte corrompidos os vossos sentidos, e se apartem da simplicidade que há em Cristo.” 2 Coríntios 11:3
Dito estas coisas,quero testemunhar que pior que uma manifestação demoníaca, é um cativeiro mental construído com astucia e engano.
Para construir uma fortaleza mental satanás usará.
-sutileza.
-paciência.
-perseverança.
Um homem de fé não estará sob o domínio da serpente.
“Mas temo que, assim como a serpente enganou Eva com a sua astúcia, assim também sejam de alguma sorte corrompidos os vossos sentidos, e se apartem da simplicidade que há em Cristo.” 2 Coríntios 11:3
“Porque as armas da nossa milícia não são carnais, mas sim poderosas em Deus para destruição das fortalezas;” 2 Coríntios 10:4
Imunes ao veneno.
“Toda a ferramenta preparada contra ti não prosperará, e toda a língua que se levantar contra ti em juízo tu a condenarás; esta é a herança dos servos do Senhor, e a sua justiça que de mim procede, diz o Senhor.” Isaías 54:17
Venenos para a alma.
-pecado não confessado.
-memórias amargas.
– tristeza prolongada.
“Minha alma certamente disto se lembra, e se abate dentro de mim. Disto me recordarei na minha mente; por isso esperarei.” Lamentações 3:20,21
Ministrando cura ao próximo.
“E Deus pelas mãos de Paulo fazia maravilhas extraordinárias.” Atos 19:11
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sábado, 25 de agosto de 2018

Rostos na Multidão
Max Lucado

Dois tipos de pessoas foram tocados pela cruz: os tocados deliberadamente e os tocados por acaso. Entre estes últimos, são contadas histórias impressionantes.
A de Malco, por exemplo. Um servo do sumo sacerdote, ele estava trabalhando no Jardim. Todavia, essa busca de rotina teria sido a sua última se não tivesse sido rápido em desviar-se. As tochas iluminaram apenas o suficiente para que visse o brilhar da espada e Malco inclinou-se para trás o bastante para salvar seu pescoço, mas não a sua orelha. Pedro foi censurado e Malco recebeu um toque que o curou. Assim o incidente passou à história.

História, isto é, para todos, menos Malco. Se não fosse pela mancha de sangue em seu manto, ele poderia ter acordado na manhã seguinte falando sobre um sonho maluco que tivera. Alguns acreditam que Malco fez parte mais tarde dos crentes de Jerusalém. Não sabemos ao certo. Mas temos certeza de uma coisa: a partir daquela noite, sempre que Malco ouvia as pessoas falarem do carpinteiro que ressuscitou dentre os mortos, ele não zombava. De jeito algum; ele tocava no lobo da orelha e sabia que isso era bem possível.
Aconteceu depressa demais. Num minuto Barrabás estava na cela da morte, com os pés batendo na parede, e no seguinte foi solto; piscando os olhos por causa do sol brilhante.
"Você está livre."
Barrabás coçou a barba. "O quê?"
"Você está livre. Eles ficaram com o Nazareno em seu lugar."
Barrabás tem sido muitas vezes comparado com a humanidade e isso é certo. De muitas maneiras ele nos representa: um prisioneiro libertado porque alguém que jamais vira tomou o seu lugar.
Penso porém que Barrabás era provavelmente mais esperto que nós em um aspecto.
Quanto sabemos, ele aceitou sua repentina liberdade pelo que era, um presente não merecido. Alguém lhe atirou um salva-vidas e ele agarrou-o, sem perguntas. Não é possível imaginá-lo usando alguns de nossos truques. Nós recebemos nosso presente gratuito e tentamos ganhá-lo, diagnosticá-lo, ou pagar por ele, em vez de dizer simplesmente "obrigado" e aceitá-lo.
Por mais irônico que pareça, uma das coisas mais difíceis é ser salvo pela graça. Há alguma coisa em nós que reage negativamente ao dom gracioso de Deus. Temos uma compulsão estranha que nos leva a criar leis, sistemas, regulamentos, para nos tornar "dignos" de nosso dom.
Por que agimos assim? A única razão em que posso pensar é o orgulho. Aceitar a graça significa aceitar a sua necessidade e a maioria das pessoas não gosta disso. Aceitar a graça também significa que o indivíduo compreende o seu desespero e quase ninguém aprecia isso também.
Barrabás, porém, foi mais sabido. Perdido para sempre na cela da morte, ele não recuou ao ver-se libertado. Ele talvez não compreendesse a misericórdia e certamente não a merecia, mas não a recusou. Devemos procurar entender que nossa dificuldade não é muito diferente da de Barrabás. Nós também somos prisioneiros sem possibilidade de apelação. Mas porque alguns preferem continuar presos quando a porta da cela foi aberta é um mistério que vale a pena ser estudado.
Se é verdade que um quadro pode conter mil palavras, existe então um centurião romano que possui um dicionário cheio delas. Tudo que viu foi Jesus sofrer. Ele jamais o ouviu pregar, curar, ou sequer o seguiu através das multidões. Jamais testemunhou quando fez calar o vento; só testemunhou a maneira como morreu. Mas isso foi tudo que esse soldado gasto pela ação do tempo necessitou para dar um passo gigantesco de fé. "Verdadeiramente este homem era justo."
Isso diz muito, não é? Diz que o pneu da fé se encontra com a estrada da realidade nas horas dificeis. Diz que a autenticidade da nossa fé é revelada na dor. A sinceridade e o caráter se desvendam nos momentos de infelicidade. A fé é mais genuína, junto aos leitos de hospital, nas enfermarias para cancerosos e nos cemitérios, do que nas roupas bonitas dos domingos pela manhã ou nas escolas bíblicas de férias no verão.
Talvez fosse isso que movesse aquele velho e rabugento soldado. A serenidade no sofrimento é um testemunho estimulante. Qualquer pessoa pode fazer um sermão num monte cercado de margaridas. Mas só alguém de grande fé pode viver um sermão numa montanha de dor.

quarta-feira, 1 de agosto de 2018


A prática precisa acompanhar a teoria

Norbert Lieth
Assim, se você me considera companheiro na fé, receba-o como se estivesse recebendo a mim.” (Filemom 17)
Filemom aparentemente afirmou várias vezes que Paulo é seu “companheiro”, ou seu “amigo”. Talvez ele até tenha ficado orgulhoso, em certo sentido, pelo fato de ser companheiro do grande apóstolo dos gentios.
“Companheiro” significa: “Alguém envolvido com outra pessoa. Participante, sócio, acompanhante, que segue junto no mesmo caminho e tem o mesmo direcionamento, a mesma disposição”.
Agora Paulo se aproveita dessa confissão de Filemom para interceder por Onésimo: “Se você me considera seu companheiro, então aceite Onésimo de volta, pois eu também o aceitei; e, acima de tudo, ele foi aceito pelo Senhor”. É o que a Bíblia nos ensina em Tiago 1.22: “Sejam praticantes da palavra, e não apenas ouvintes, enganando vocês mesmos”. Quantas vezes afirmamos coisas em nossas orações que têm um significado amplo:
  • Afirmamos ter um coração sincero, “de todo o coração”, e justamente com referência ao nosso coração conseguimos ser tão melindrosos e falsos.
  • Afirmamos nossa total disposição para o reavivamento, dizendo: “Senhor, reaviva primeiramente a mim!”, mas carregamos ciúmes e inveja em nosso coração.
  • Afirmamos nossa plena disposição para o trabalho: “Queremos te seguir de coração!”, mas servimos muito mais a nós mesmos do que ao Senhor.
  • Afirmamos nossa disposição em sermos aproveitados em qualquer missão, para qualquer obra, mas vivemos na comodidade e desprezamos qualquer empenho que não nos agrade.
  • Muitas vezes usamos palavras pomposas, afirmamos nosso amor ao próximo, mas não desejamos que o outro consiga progredir.
  • Será que estamos dispostos, quando formos requisitados, a colocar em prática nossas afirmações sobre nossa fidelidade, amizade, amor e fraternidade? Ou continuamos enganando a nós mesmos?

sexta-feira, 2 de março de 2018


Como Lidar com as Decepções


Todos nós temos os nossos erros e defeitos, estamos em constante aperfeiçoamento. No decorrer de nossas vidas nos relacionamos com muitas pessoas, primeiro são os pais, irmãos, parentes próximos, depois são os amigos de bairro, de escola, de trabalho, de igreja, e também existem os relacionamentos amorosos. É praticamente impossível não sofrer decepção com alguém, sempre haverá alguém que não corresponderá a nossa amizade ou amor.
Este artigo não é bem um estudo bíblico, mas foi uma palavra que Deus me deu uma vez que preguei sobre a importância do perdão nos relacionamentos, e depois de adaptado, gostaria de compartilhar com você amado(a) leitor(a) do meu blog.
O Senhor Jesus nos ensina na parábola do credor incompassivo importante lições sobrerelacionamentos, veja abaixo:

Parábola do Credor incompassivo

Por isso o reino dos céus pode comparar-se a um certo rei que quis fazer contas com os seus servos;
E, começando a fazer contas, foi-lhe apresentado um que lhe devia dez mil talentos;
E, não tendo ele com que pagar, o seu senhor mandou que ele, e sua mulher e seus filhos fossem vendidos, com tudo quanto tinha, para que a dívida se lhe pagasse.
Então aquele servo, prostrando-se, o reverenciava, dizendo: Senhor, sê generoso para comigo, e tudo te pagarei.
Então o Senhor daquele servo, movido de íntima compaixão, soltou-o e perdoou-lhe a dívida.
Saindo, porém, aquele servo, encontrou um dos seus conservos, que lhe devia cem dinheiros, e, lançando mão dele, sufocava-o, dizendo: Paga-me o que me deves.
Então o seu companheiro, prostrando-se a seus pés, rogava-lhe, dizendo: Sê generoso para comigo, e tudo te pagarei.
Ele, porém, não quis, antes foi encerrá-lo na prisão, até que pagasse a dívida.
Vendo, pois, os seus conservos o que acontecia, contristaram-se muito, e foram declarar ao seu senhor tudo o que se passara.
Então o seu senhor, chamando-o à sua presença, disse-lhe: Servo malvado, perdoei-te toda aquela dívida, porque me suplicaste.
Não devias tu, igualmente, ter compaixão do teu companheiro, como eu também tive misericórdia de ti?
E, indignado, o seu senhor o entregou aos atormentadores, até que pagasse tudo o que lhe devia.
Assim vos fará, também, meu Pai celestial, se do coração não perdoardes, cada um a seu irmão, as suas ofensas.
Mateus 18:23-35
Veja que nesta parábola Jesus enfatiza a situação que o servo pediu perdão, foi perdoado mas não quis perdoar. E aí veio a grande decepção que chocou a todos, o servo perdoado pelo seu Senhor, não somente não perdoou mas como ainda por cima prejudicou a vida do seu conservo, decepcionando seus amigos e ao seu senhor.

A DECEPÇÃO

A verdade é que é praticamente impossível não sofrer decepção com alguém, sempre haverá alguém que não corresponderá a nossa expectativa. Se perguntarmos se alguém já foi decepcionado, todos rapidamente se lembram e falam, mas se perguntarmos quem já decepcionou alguém, poucos se anunciarão, porquê? Porque o ser humano tem o costume de cobrar mais as pessoas em seu redor do que a si mesmo, Ex: a parábola da trave no olho ( Mateus 7:5).
Hipócrita, tira primeiro a trave do teu olho, e então cuidarás em tirar o argueiro do olho do teu irmão. Mateus 7:5
Poucos se lembram das decepções que causaram a alguém, porque quem fere esquece mas quem é ferido, tem a cicatriz ou a ferida para lembrar-lhe.
É um irmão que não fala com o outro, o filho(a) que não fala com o pai ou mãe, é o cunhado que não pode ver o outro. A falta de perdão provoca constrangimentos e situações complicadas ao organizar uma celebração em família, o clima fica tenso e constrangedor. Se convidar o tio fulano não pode chamar o tio beltrano porque eles não se falam há anos.
Normalmente o que se faz é convidar mesmo os dois, mas eles mal se olham. Ficam distantes, se possível cada um em uma sala diferente. O problema que esse mal só tende a crescer, pois a tendência é os demais familiares tomarem o partido de um ou outro. A família, que devia ser o lugar da comunhão e do apoio mútuo torna-se um campo de combate.  Parece que as pessoas envolvidas estão esperando a primeira oportunidade para desenterrar os erros de cada um.

MÁGOAS

As mágoas e os ressentimentos não são restritos ao relacionamento marido e mulher, mas também entre pais e filhos, entre irmãos, entre famílias amigas, entre os líderes de uma igreja, etc.
A mágoa ou amargura tem razões fortes para ficarem guardadas no coração. As vezes são razões do passado:
Você já foi ferido (a) profundamente?
As mágoas do passado geram dividas que podem pesar muito na sua vida hoje. As decepções podem gerar a falta de perdão no presente:
  • Pessoas que foram abandonadas;
  • Pessoas que foram decepcionadas;
  • Pessoas que foram ludibriadas na sua fé;
  • Pessoas que foram abusadas sexualmente, emocionalmente ou moralmente;
  • Pessoas que foram enganadas na sua sinceridade.
Quem sabe alguém lhe deva alguma coisa? Pode ser que um pai ou uma mãe ficou lhe devendo carinho, amor, um namorado(a) ou conjuge ficou lhe devendo fidelidade, carinho, um professor(a) ficou lhe devendo paciência, um amigo(a) ficou lhe devendo sinceridade, lealdade, um pastor ou líder ficou te devendo atenção ou justiça, enfim muitas são as decepções que você possa ter sofrido e quando você guarda dentro da alma essa situação, isso  gera dor no coração e pode machucar sua a alma até hoje.
Quando esses sentimentos alimentam o nosso coração, o nosso pensamento, a nossa alma, perdemos a bênção do presente e do futuro.

O QUE FAZER?

O que devemos compreender e ter como ponto de partida é que os relacionamentos não estão isentos de falhas. As pessoas podem falhar. E falharão.
Como então sermos felizes, termos paz num mundo onde o amor tem se esfriado cada vez mais? Como ser feliz com pessoas sempre nos magoando, nos decepcionando, nos ferindo? A verdade é que se sempre nos afastarmos das pessoas que nos ofendem, teremos uma lista enorme de pessoas que não poderemos nos relacionar, a começar dentro de casa. Aí então é que entra a importância do perdão.

A Importância do Perdão nos relacionamentos

O verbo perdoar vem do latim “perdonare” e significa, entre outros, desculpar, absolver. Perdoarsignifica também deixar livre, soltar, libertar, despedir, mandar embora, atribuir um favor incondicional àquele que nos feriu. Não significa aceitar a ofensa, concordar, ou tomar a culpar para si mesmo.
Para entendermos o significado desta palavra dentro do conceito bíblico de perdão, precisamos entender que o pecador é um devedor espiritual. Até Jesus usou esta linguagem figurativa quando ensinou aos discípulos como orar:
e perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós temos perdoado aos nossos devedores” (Mateus 6:12).
Quem não perdoa sofre muito mais do que aquele que não é perdoado. Para que sejamos abençoados e até salvos é preciso perdoar, mas é preciso entender a parte que cabe a cada um no processo de perdoar.
Primeiro existe o lado humano, do qual só nós podemos cuidar. Segundo há o lado divino, que só Deus pode resolver.             

NOSSA PARTE

A parte que nos cabe é simplesmente nos dispor a perdoar o ofensor. Isso é um ato pois ainda que possa haver um processo prolongado para se chegar ao perdão, há de fato um momento em que devemos tomar a decisão de perdoar ou não.
Medite na oração do Pai nosso:
Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome;
Venha o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu;
O pão nosso de cada dia nos dá hoje;
E perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores;
E não nos conduzas à tentação; mas livra-nos do mal; porque teu é o reino, e o poder, e a glória, para sempre. Amém.
Mateus 6:9-13

A PARTE DE DEUS

Como mudar os terríveis sentimentos no coração? Isso não compete a nós, é parte de Deus. Precisamos sair do território de Deus, em Rom. 12.19, Deus diz que a vingança pertence a Ele. Quando nós desejamos a vingança estamos querendo fazer a parte de Deus, pois a justiça pertence a Ele, não podemos querer fazer justiça com as nossas próprias mãos.
Ainda que o processo de perdão seja prolongado, precisamos estar na presença de Deus para que Ele nos ajude a limpar o nosso coração, ainda que precisemos reafirmar varias vezes a nossa decisão de perdoar, através desta atitude sincera do coração, Deus é misericordioso para fazer em nós aquilo que nós mesmos não podemos fazer, isso é obra do Espírito Santo.

CONCLUSÃO

Por tanto, perdoar não é uma opção, mais uma ordem de Deus para que sejamos salvos e tenhamos comunhão com Ele e também uma necessidade para que possamos viver bem espiritualmente e fisicamente, haja vista que a própria medicina já constatou que a mágoa gera distúrbios na saúde.
Quem não perdoa vive amargurado, se torna uma pessoa amargurada e triste, muitas vezes destilará ódio em todos com quem conviver, e sendo assim não será muito querida ou agradável.
A melhor maneira de lidar com as decepções é perdoar aqueles que nos decepcionaram. Enquanto não perdoarmos ficaremos presos a estas decepções do passado e isso nos causará grande amargura no presente e no futuro. Não queira dar o troco, perdoe e deixe Deus cuidar de tudo.
Viva melhor, viva mais, perdoe, rasgue as dividas que lhe fizeram, e você viverá em paz com Deus e com todos, terá bons relacionamentos e serás muito e muito mais abençoado.  

domingo, 11 de fevereiro de 2018

Conhecendo a Deus com seus filhos
de John Maxwell
Traduzido e adaptado de um artigo de John C. Maxwell chamado “Getting to Know God With Your Children” (Conhecendo Deus Com Seus Filhos). Alguns exemplos acrescentados por Dennis Downing.  
O que vou passar aqui não são leis. Elas são tiradas em boa parte mais da experiência do que da Palavra de Deus. Mesmo assim creio que a maioria tem base na Palavra.
Estes princípios não garantem nenhum sucesso com a conversão dos nossos filhos. Há pais que fazem de tudo para levar seus filhos ao Senhor, contudo alguns não O aceitam. Há crianças que se rendem ao menor chamado, e há outras cujas pais morrem sem ver nenhuma mudança. Minha esperança e oração é de que estas dicas lhe ajudem, mas não garantem sucesso, porque a decisão de seguir o Senhor é, no final, feito por cada um individualmente.
Pode ser que na sua casa não houve nada de Deus ou da sua palavra. Ou, pode ser que Deus estava presente em tudo. Seja qual for a situação da sua criação, quem vai determinar como sua casa vai ser é você e seu cônjuge. E, por causa do impacto que seu exemplo terá em seus filhos, se você der uma boa direção a eles agora, eles irão criar os filhos deles (seus netos) no Caminho e assim por diante por várias gerações. Tudo pode começar a mudar agora.
Finalmente, não sou expert em criar filhos no Senhor. Sou pai há apenas seis anos. Não tenho nem exemplo já criado para provar o que vou dizer. Mas, creio ter aprendido alguma coisa com meus pais, que me criaram no Senhor e isso espero poder lhe passar.
1. Seja um exemplo
Não podemos subestimar o poder do nosso exemplo nos nosso filhos. Albert Schweitzer, um médico e missionário que dedicou boa parte da sua vida pregando o evangelho e construindo hospitais na África disse: “Exemplo não é o fator principal em influenciando outras pessoas … é o único fator.” Alguém disse “Nós ensinamos o que sabemos. Nós reproduzimos o que somos.” Ou seja, seus filhos vão ouvir o que você diz, mas, eles vão imitar o que você faz.
Uma mãe tentou encorajar seu filho a ler mais a Bíblia. A resposta dele? “Eu não vejo você lendo a Bíblia.” A mãe tinha um tempo de leitura da Bíblia e de orar, mas era depois que os filhos iam dormir. Daí, ela passou a ler mais cedo no dia e seu filho foi encorajado pelo seu exemplo. Seja pronto para fazer ajustes no seu horário e nos seus hábitos para ser um modelo melhor para seus filhos. 
2. Mantenha tudo básico
Pais não precisam se intimidar com a educação espiritual de seus filhos. Você não tem que ser o pregador da igreja ou professor de Escola Dominical. De fato, quanto menos formal sua transmissão da vontade de Deus a seus filhos, melhor.
  Você pode fazer comparações a coisas do mundo atual para seus filhos. Esta semana eu trouxe umas lagartas que achei comendo folhas em arvore para casa. As meninas ficaram admiradas. Daí Paulina começou a perguntar se elas iam fazer o casulo para daí virar borboleta. A gente falou um pouco sobre isso e minha esposa disse “Sabe, Paulina quando a gente morre e vai para o céu Jesus vai nos transformar e nos dar um outro corpo. Este novo corpo é como o corpo da borboleta para a lagarta.” Daí, ela deu um ótimo exemplo de como pegar as coisas da vida cotidiana para ensinar verdades espirituais aos filhos. 
O que minha esposa disse não era algo profundo com passagens da Bíblia. Era simples e verdadeira. Ela usou informações que uma criança da idade de Paulina pode compreender. Par comunicar com seus filhos, busque objetos e exemplos do seu dia a dia. Mas, mantenha tudo básico e simples.
3. Seja sensível
Às vezes o melhor devocional com seus filhos pode ser simplesmente escutando eles e respondendo às suas dúvidas. Jesus fazia isso muito com seus discípulos. Houve coisas que Jesus os ensinou em tempo que ele escolheu. Mas, houve também ocasiões em que Jesus deixou os discípulos escolherem o tempo, como a pergunta deles de como se deve orar.
4. Seja breve
Não é preciso uma aula de quarenta minutos para ensinar seu filho. Crianças têm um tempo de atenção muito curto. Por isso, precisamos abreviar nossas lições e ensino com elas. Mantendo um tempo de leitura bíblica ou de ensino bíblico curto mantém a atenção e o interesse delas. Assim, elas vão esperar com ânimo o próximo tempo juntos na Palavra.
5. Anime seu devocional com seus filhos
Seja criativa. Além de ler histórias da Bíblia você pode assistir um desenho animado bíblico. Orar sobre coisas que eles querem. Usar jogos. Um jogo é vinte perguntas. Um membro da família pensa em um personagem da Bíblia. Os outros fazem perguntas para tentar descobrir quem era. Para a leitura da Bíblia com seu filho, compre uma Bíblia especialmente para crianças. Há desenhos e uma linguagem simples. Há Bíblias para crianças adequadas para todas as idades.
6. Seja flexível
Orando com seu filho antes de dormir é um momento íntimo e gratificante. Mas, não é o único horário ou jeito de passar tempo com seu filho conhecendo Deus melhor. Você pode falar de Deus e das coisas espirituais na hora das refeições, após assistir algo na televisão, depois que algo acontece que marcou a vida deles. Há oportunidades durante o dia todo para olhar o lado espiritual das coisas nas vidas dos nossos filhos. A nossa flexibilidade mostra a eles que Deus não é só presente na Igreja ou na Bíblia, mas no nosso dia a dia e nas coisas comuns da vida.
7. Seja consistente
Tente equilibrar a flexibilidade com a consistência.Deut 6:7 “Repitam essas leis em casa e fora de casa, quando se deitarem e quando se levantarem.” Ou seja, falando sobre Deus e ensinando nossos filhos o Caminho deve virar um estilo de vida, não somente uma atividade planejado para ocorrer uma vez ao dia. Faça com que falando sobre Deus com seus filhos se torne parte de como você pensa e age o tempo todo. Ao mesmo temo que fazemos isso de várias e variadas maneiras (flexibilidade), nós devemos tentar fazer isso de forma consistente e integrada no nosso dia a dia. 
8. Seja realista
Certa vez um homem levou seu filho para ver o Grande Canhão. O filho estava mantendo anotações da viagem. O pai ficou ansioso que o filho apreciasse toda a grandeza e beleza desta obra de Deus. O menino parecia totalmente encantado com a profundidade do vale. Aquela noite o pai leu o que seu filho escreveu no seu jornal. O jornal apenas disse “Hoje eu cuspi um quilometro!” Não podemos esperar que nossos filhos reagem como adultos. Às vezes suas mentes vagam. Ou, eles podem responder sem compreensão às nossas perguntas. Eles esqueçam coisas que acabamos de ensiná-los. Mas, não fique desesperado. Lembre-se que o tempo que você gasta com eles não vai mudá-los hoje - mas, vai transformá-los durante uma vida toda.
9. Seja transparente
Não estamos ajudando nossos filhos se damos a entender que somos algo além de pecadores salvos somente pela graça de Deus - gente verdadeira com medos e falhas como eles. Quando confessamos nosso erros e pecados diante de Deus e deles mostramos nossa humildade. Estamos mostrando um relacionamento legítimo com Deus, e nos tornamos mais acessível aos nosso filhos. Quando seu filho vê que você lida com suas fraquezas e tentações, ele sentirá mais à vontade para lhe procurar quando ele também enfrenta a tentação e o pecado.
10. Começa hoje
Pode ser que você seja nervoso sobre começando a orar e ler a Bíblia, a falar com seus filhos sobre coisas espirituais. Mas, lembre-se que o tempo que você passa com seus filhos conhecendo Deus não tem que ser perfeito, só precisa acontecer. Permita que Deus aperfeiçoe o que você faz, e, Ele vai. 

Postagem

  Qual o seu ponto de vista? Porque vivemos por fé, e não pelo que vemos. - 2 Coríntios 5:7 Qual é o seu ponto de vista diante das situações...