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sábado, 1 de dezembro de 2018

Tenha força e fé em Deus

Os desafios, obstáculos ou problemas surgem na vida de todo mundo, mas para os que têm Deus no coração eles apenas são momentos de fortificação. 

Por isso confie e acredite no Senhor, pois Ele levará você à superação de qualquer situação menos boa. Tenha força e mantenha sempre a sua fé. 

Aproveite esses momentos de dificuldade para aprender, pois se Deus colocou você nessa situação é para que cresça interiormente e demonstre suas capacidades. 

Ele acredita que você é forte suficiente para superar qualquer obstáculo que colocar no seu caminho, por isso demonstre que Deus está certo. 

Seja forte e tenha fé sempre, pois a recompensa será sempre maior que qualquer tribulação!

A sabedoria de aprender

(Roberto Shinyashiki)
Nunca odeie quem lhe traz o problema. Ele é somente o professor. Resolva a dificuldade e agradeça a essa pessoa pela oportunidade de evoluir.
Uma das perguntas mais freqüentes que alguém faz a si mesmo é: por que estou enfrentando este problema? Infelizmente, a maioria das pessoas encontra a resposta do modo errado: culpando o outro. A culpa é do chefe, do companheiro, dos pais, do empregado.
Mas o outro nunca é a razão de seus problemas. Se você não aprender com a dificuldade, vai repeti-la ao infinito. Vai trocar de emprego, de companheiro, de empregados, mas, quando perceber, trocou as pessoas e o problema continua o mesmo, e se repete.
Os problemas são oportunidades de aprendizado e, quando perdemos essa lição, toda dor que sentimos se torna inútil. Lembre-se: para todo problema existe solução. Aliás, essa é uma boa definição: problema é um acontecimento que vem sempre acompanhado de solução. Quando você não tiver uma solução, será necessário definir qual é o problema.
Por exemplo: você descobre que não tem dinheiro para pagar as contas. Está bem, não ter dinheiro é um problema, principalmente se os credores estão lhe cobrando e os juros aumentando. A solução provavelmente se inicia com o corte de gastos, continua com uma negociação com os credores e alguma ação para ganhar mais dinheiro. No final, extraiu-se um aprendizado de uma situação que parecia ter apenas um lado negativo
Perceba tudo o que você pode aprender em uma situação assim:
· Aprender a gastar de acordo com seus rendimentos;
· Aprender a ser humilde para negociar com os credores;
· Aprender a ganhar mais.
A solução sempre existe! E, na maior parte das vezes, a pessoa sabe qual é. O difícil é ter a coragem de pô-la em prática. Nunca perca a oportunidade de aprender com uma dificuldade. Aprender em geral é destruir uma visão e construir uma nova perspectiva.
E, principalmente, tenha certeza de que o problema será resolvido. Se você tiver alguma dúvida disso, pense: se você morresse agora, qual seria a evolução do problema? Percebeu? Ele de alguma maneira se resolverá.
A única coisa que não funciona é jogar no outro a responsabilidade por suas dificuldades. O ódio bloqueia a criatividade e só piora as coisas. As pessoas que chamamos de inimigos são os melhores mestres que a vida nos oferece para nos ajudar a aprender as lições que nos farão crescer. Elas nos mantêm acordados para podermos evoluir. Perceba que, depois que você resolve uma dificuldade, fica até agradecido por essa pessoa ter lhe ensinado uma lição.
“Perdoar é descobrir que você não tem razão nenhuma para perdoar; é apenas viver o aprendizado. Isso só acontece quando você aproveita a oportunidade para crescer”.
Se você carrega ódio de alguém, pense na lição que você tem a aprender com esse alguém e sua vida será muito melhor.
Se você tem muitos problemas, pense na lição que você tem a aprender com esses problemas e sua vida será muito melhor.
Aliás, sabe por que você tem tantos problemas? Pela simples razão de estar vivo. Pela simples razão de ter muito ainda por aprender.
Se você está passando por um problema, pode ficar tranqüilo: ele não será o último nem o pior.
“Roberto”, você pode perguntar, “vai me acontecer um problema pior do que este pelo qual estou passando?”
Com toda certeza. Você já notou que o problema que estamos enfrentando no momento é sempre o pior? Quando você olha para trás, certamente vê que já teve problemas muito maiores, mas a angústia do momento presente é sempre a pior.
Viver é enfrentar desafios, pois a função da vida é o aprendizado. Eu tenho um jeito de lidar com as dificuldades que me ajuda muito. Quando estou no meio de uma situação difícil, procuro afastar todas aquelas emoções que poderiam me angustiar e digo a mim mesmo: “Roberto, não faça drama! Isso é somente um exame de uma matéria em que você foi reprovado. Estude, se dedique e passe de ano”.
Os problemas são matérias que temos de aprender. Mantenha a cabeça tranqüila e procure aprender rápido a lição, para poder passar de ano. Se não aprender a lição, a vida sempre trará os mesmos problemas de volta para que você possa evoluir o mais rápido possível.
E não se esqueça: os problemas são sempre do seu tamanho. Como disse o poeta Adoniran Barbosa, “Deus dá o frio conforme o cobertor”. A solução está sempre dentro de você. Analise a situação, peça ajuda a um amigo e concentre sua atenção na solução do problema. Mais cedo ou mais tarde, inevitavelmente, você encontrará a solução. E nesse dia vai descobrir que se tornou um pouquinho melhor como pessoa.
Uma dica fundamental: nunca odeie quem lhe traz o problema. Ele é somente o professor. Resolva a dificuldade e agradeça a essa pessoa pela oportunidade de evoluir.
O mal é como chuva de granizo: faz muito barulho, às vezes machuca, mas passa logo. Já o nosso aprendizado, não. Ele é eterno.

quinta-feira, 15 de novembro de 2018

Um dia este mundo de pecado será destruído e só restará dois destinos para a humanidade: a vida eterna com Jesus Cristo ou a perdição eterna com os demônios.
As pessoas dizem que isso é mentira e que no fim, todos serão salvos. Mas você prefere acreditar na multidão que a cada dia está mais perdida e corrompida, ou na Palavra de Deus que sempre se cumpre? Arrependa dos seus pecados hoje e creia em Jesus como seu único Senhor e Salvador. Ele mesmo disse:
"Entrai pela porta estreita; porque larga é a porta, e espaçoso o caminho que conduz à perdição, e muitos são os que entram por ela; e porque estreita é a porta, e apertado o caminho que leva à vida, e poucos há que a encontrem." (Mateus 7:13,14)

terça-feira, 13 de novembro de 2018

Não se desespere com as articulações do diabo Porém os que me procuram a vida para a destruir abismar-se-ão nas profundezas da terra. Serão entregues ao poder da espada e virão a ser pasto dos chacais. Salmos 63:9-10 Davi tinha uma estreita relação com Deus. De tal modo que seus inimigos não prevaleciam contra ele. Todos os que se levantavam eram derrotados, confundidos e envergonhados. No final eram como pastagem servindo de alimento para os chacais (uma espécie de animal carniceiro que se alimenta de espécies desgarradas) - e que aqui podemos comparar ao próprio diabo utilizando os desgarrados do rebanho de Jesus (os declarados e os que se fingem fazer parte do rebanho). A situação parece calamitosa, assustadora e invencível? O diabo usa a baixa estratégia (como sempre) das altas pressões (utilizando-se de situações, dos seus servos, cavalos, mulas e aparelhos) para nos sentirmos acuados, trazendo assim o pensamento negativo, a desistência e as atitudes desesperadas. Se você é fiel a Deus então tenha a mais absoluta certeza de que todas as articulações do diabo que se levantarem contra você... Se levantarão em altitudes elevadíssimas... Para cair e se espatifar na mesma intensidade do levante. Quem garante sua vitória é Jesus! Confie e não desista. Mantenha-se firme na presença de Deus.

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quinta-feira, 1 de novembro de 2018

Resistência Cristã!

Daniel Lima
Nesta segunda-feira pós-eleição o Brasil amanheceu ainda dividido. Não apenas entre os que votaram em um ou outro candidato, mas em 3 grupos: os satisfeitos, os insatisfeitos e os temerosos. Dentre estes grupos há, e sempre haverá, indivíduos ou mesmo grupos radicais, tanto na alegria como na frustração. De um lado alguns entendem que teve início no Brasil uma teocracia bíblica... de outro, aqueles que apontam para o início da perseguição a minorias, muito embora o candidato eleito nem sequer tenha assumido o cargo. Devo me declarar como participante do terceiro grupo, o dos temerosos. Isso não significa nem por um momento que eu tenha perdido minha esperança em Deus e em seu cuidado, ou sequer que tenha me eximido de votar, mas sim que vejo nosso processo democrático fragilizado, por vezes desrespeitado e com certeza polarizado. Vejo partidos e indivíduos que já se anunciam como uma oposição tácita, do tipo: “Não importa o que ele faça, eu sou contra”. A estes eu lembro que se um número suficiente fizer uma oposição assim, podemos ter uma certeza: a situação de nosso país vai piorar muito! De outro lado, uma onda de apoiadores que parecem ter encontrado seu messias. A estes eu lembro que Messias mesmo houve um só, que foi morto na cruz mas ressuscitou. Como comprova nossa experiência recente, assim como a história em geral, humanos apontados como “messias” tendem a se tornar grandes e catastróficas decepções.
Conta-se que o imperador romano Constantino, no ano de 311, teve uma visão de que sob o símbolo cristão ele venceria sua campanha. Baseado nessa visão ele marchou seu exército através de um rio e os declarou batizados e, portanto, cristãos. Essa manobra pode ter convencido alguns, mas o próprio Constantino permaneceu pagão até seus últimos dias de vida. Poucos historiadores cristãos acreditam que ele tenha de fato se convertido. Essa história nos traz a uma questão muito delicada. Ambos os candidatos na eleição deste último domingo têm tentado se passar por cristãos, mas claramente defendido valores contrários ao reino. É evidente que toda e qualquer tortura deve ser condenada, não importam quais crimes o torturado tenha cometido. É também verdade que, a partir de um ponto de vista cristão, qualquer proposta de legalização do aborto equivale a validar quase um genocídio e a afirmação de que esta é uma questão de saúde pública apenas muda o fórum do debate, não seu resultado. Se por um lado apologias são feitas ao preconceito, por outro, ataques diretos à família tradicional são propostos em documentos oficiais. Afirmo estas obviedades não para acirrar posições, mas para que tenhamos o devido cuidado de não repetir o barateamento do cristianismo repetindo o erro de Constantino.
Fui surpreendido por um número de cristãos por quem tenho apreço que se declaram como resistência... Como assim resistência?
No entanto, nesta segunda-feira fui surpreendido por um número de cristãos por quem tenho apreço que se declaram como resistência... Como assim resistência? Já estamos ocupados por um exército invasor? O inimigo já apresentou seus planos nefastos? Devo me unir a um dos movimentos de resistência? Fui investigar e rapidamente vejo que o termo foi lançado como tema da campanha de pelo menos dois partidos, o Partido Comunista do Brasil (PcdoB) e o Partido dos Trabalhadores (PT). Ainda sem entrar no mérito da escolha individual na hora da eleição, gostaria de convidar estes irmãos em Cristo, assim como todos nós cristãos que temem a Deus, a considerar em primeiro lugar a exortação da Palavra de Deus e só depois decidir se devemos ou não assumir bandeiras propostas por estes ou quaisquer outros partidos. Na verdade, o conhecido trecho de Romanos 12.2 deve servir de alerta a embarcarmos em um movimento proposto por partidos políticos. O trecho abaixo foi escrito pelo apóstolo Paulo em um contexto de um império cruel e opressivo, o qual era declaradamente dominador, classista, machista, racista e anticristão (curiosamente não homofóbico). O texto é Filipenses 1.27-30:
27Não importa o que aconteça, exerçam a sua cidadania de maneira digna do evangelho de Cristo, para que assim, quer eu vá e os veja, quer apenas ouça a seu respeito em minha ausência, fique eu sabendo que vocês permanecem firmes num só espírito, lutando unânimes pela fé evangélica, 28sem de forma alguma deixar-se intimidar por aqueles que se opõem a vocês. Para eles isso é sinal de destruição, mas para vocês, de salvação, e isso da parte de Deus; 29pois a vocês foi dado o privilégio de não apenas crer em Cristo, mas também de sofrer por ele, 30já que estão passando pelo mesmo combate que me viram enfrentar e agora ouvem que ainda enfrento.
Alguns pontos são fundamentais para nossa reflexão. Há uma discussão sobre qual cidadania o apóstolo está se referindo no verso 27. Para alguns é a cidadania do céu e para outros a cidadania romana. Ainda que um debate relevante, eu gostaria de propor que, em última análise, a conclusão debe obrigatoriamente ser a mesma. Se por ser cidadão do céu eu me comporto de um modo digno em minha vida terrena ou se exerço minha cidadania nesta terra de modo digno do evangelho, o resultado me parece o mesmo. Nosso modo de viver a vida deve ser digno do evangelho de Cristo.
Ainda que possamos enxergar em um candidato traços que se alinham com o evangelho, minha lealdade precisa estar além destas impressões. Meu critério é o evangelho de Cristo. Qual a essência do evangelho? Em primeiro lugar, que há um Deus santo e perfeito, que é ao mesmo tempo amoroso e misericordioso. O evangelho inclui também obrigatoriamente o fato de que, como seres humanos, somos todos pecadores e que, exceto pela graça salvadora deste Deus, estamos condenados à perdição eterna. Por fim, o evangelho se baseia em um arrependimento que me faz reconhecer a santidade de Deus, minha necessidade e o amor divino manifesto no sacrifício de Cristo em meu lugar para que meus pecados fossem pagos, possibilitando que eu entrasse em comunhão com ele. Sem arrependimento, o evangelho continua apenas como uma possibilidade... Esse é nosso critério fundamental. Essa é nossa base. A partir desse ponto devemos viver nossa cidadania, exercer nossos direitos e nossos deveres.
No final do verso o apóstolo declara qual sua esperança para os cristãos de Filipos – que eles estejam firmes num só espírito. Estas últimas semanas tenho visto muito pouco disso. Com isso não estou dizendo que não se deve ter opiniões, mas o que deve nos unir e o que deve nos separar? Qual o espírito no qual devemos permanecer firmes? O apóstolo responde rapidamente esta pergunta: “... lutando unânimes pela fé evangélica”. Uma frase da “resistência” é que ninguém solte a mão de ninguém... Eu gosto da frase, é poética e inspiradora, mas preciso ter certeza de que estou de mão dadas com outros que defendem uma causa que realmente tenha impacto eterno. Caso contrário serei apenas um inocente útil, uma peça de manobra em partidos e movimentos que não resistem ao teste do tempo e do crivo cristão. Volte à descrição da essência do evangelho acima. É por isso que você declara resistência? Se é, me chame, pois quero estar lutando junto contigo pela fé no evangelho. Se não é esta sua bandeira, se não é esta sua causa, deixe-me recomendar extremo cuidado para que você não se deixe moldar por causas e argumentos deste mundo.
O tema de submissão é muito impopular em nossos dias, mas nem por isso menos bíblico ou relevante para aquele que teme a Deus.
O tema de submissão é muito impopular em nossos dias, mas nem por isso menos bíblico ou relevante para aquele que teme a Deus e que se apresenta como seguidor de Jesus. Muito embora uma consideração plena deste tema deva ser deixada como tarefa de outro artigo, quero refletir brevemente sobre o texto de Romanos 13.1-5:
1Todos devem sujeitar-se às autoridades governamentais, pois não há autoridade que não venha de Deus; as autoridades que existem foram por ele estabelecidas. 2Portanto, aquele que se rebela contra a autoridade está se opondo contra o que Deus instituiu, e aqueles que assim procedem trazem condenação sobre si mesmos. 3Pois os governantes não devem ser temidos, a não ser por aqueles que praticam o mal. Você quer viver livre do medo da autoridade? Pratique o bem, e ela o enaltecerá. 4Pois é serva de Deus para o seu bem. Mas, se você praticar o mal, tenha medo, pois ela não porta a espada sem motivo. É serva de Deus, agente da justiça para punir quem pratica o mal. 5Portanto, é necessário que sejamos submissos às autoridades, não apenas por causa da possibilidade de uma punição, mas também por questão de consciência.
Gostaria de destacar apenas alguns pontos sobre a submissão às autoridades: primeiro, autoridades são permitidas por Deus para nossa benção ou nossa disciplina. Segundo, quem se rebela contra uma autoridade de forma tácita (não importa o que ele faça, eu sou contra...) se rebela contra Deus! Isso não significa que não devemos nos levantar em nossa função profética e protestar contra atos ou programas injustos que este governo esteja propondo. Paulo sofreu por se levantar contra a idolatria do estado romano. Cuidado para que seja contra o que o governo está propondo e não apenas com aquilo que seus opositores políticos estão acusando. Terceiro, nossa submissão não deve ser apenas por medo das consequências, mas por um espírito quebrantado e submisso em primeiro lugar à Deus.
Por fim, uma outra palavra de Paulo deve nos guiar em nossa reação ao governo eleito. Trata-se 1Timóteo 2.1-4:
1Antes de tudo, recomendo que se façam súplicas, orações, intercessões e ações de graças por todos os homens; 2pelos reis e por todos os que exercem autoridade, para que tenhamos uma vida tranquila e pacífica, com toda a piedade e dignidade. 3Isso é bom e agradável perante Deus, nosso Salvador, 4que deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao conhecimento da verdade.
Quero destacar que nossa batalha em oração não terminou. Repare que a exortação não é uma batalha de cunho político contra um governante, mas uma batalha espiritual, por valores eternos. A seguir, o apóstolo afirma que uma vida tranquila e pacífica, com piedade e dignidade, é boa e agradável a Deus. O propósito de tudo isso é que todos cheguem ao conhecimento da verdade e à salvação. Essa é nossa resistência! Isso deveria nos unir, isso deveria nos consumir.
Minha sincera oração é, em primeiro lugar, que o próximo governo nos traga um período em que possamos viver em paz, tranquilos, em piedade e dignidade. Oro também para que você e eu possamos escolher com muito discernimento quais as causas e bandeiras pelas quais vale a pena lutar e quais são apenas manobras do mundo. Eu oro para que possamos fazer resistência, sim, mas aos ataques do inimigo em qualquer forma que estes surjam: por meio de projetos do governo, por meio de atitudes de grupos ímpios, por meio de movimentos da mídia ou qualquer outra forma. E que Cristo seja honrado por vivermos de maneira digna do evangelho.

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terça-feira, 16 de outubro de 2018

Como Ganhar o Mundo Para Deus
de Dennis Downing
“Peçam, pois, ao Senhor da colheita que envie trabalhadores para a sua colheita.” - Mateus 9:38
Há dois erros que cometemos em relação ao evangelismo. Alguns recuam diante de tantos perdidos, como se tudo que pudessem fazer fosse inútil. Outros agem como se precisassem fazer tudo sozinhos. Jesus nos mostra o segredo – a dependência em Deus.
A colheita não é maior que o nosso Deus, nem o número de trabalhadores menor do que ele pode enviar. A grande questão é: nós vamos depender de Deus? Nós vamos pedir ajuda a Ele? Ele é o senhor da colheita. É verdade que não basta orar.
William Barclay conta que Lutero, quando começou a pregar em prol da reforma fez um pacto com um amigo que era monge. O amigo ficaria no mosteiro orando e Lutero sairia, mundo afora, para pregar. Uma noite o monge teve um sonho que o incomodou. No sonho ele viu um grande campo de milho, do tamanho do mundo. Um homem solitário estava laborando na colheita - uma missão impossível e de quebrar o coração. Foi quando o monge percebeu que sua presença também seria necessária na colheita.
Quem será que colocou isso no coração daquele monge? Você sente que a obra de salvar os perdidos é maior que você? É por isso que Jesus está dizendo que precisamos rogar ao Senhor.
Mas, não basta apenas pedir que Deus envie outros. Nós temos que ir também. Não é preciso ir para o outro lado do mundo, nem do país. Basta ir até o outro lado do bairro, da rua, da sala.
Falar com Deus e depois falar com nosso próximo. É só isso que Deus precisa para ganhar o mundo. Será que não podemos fazer isso? Na sua ânsia de ganhar o mundo, quando foi a última vez que você falou com o Dono?
Nesta geração há 2.2 bilhões de pessoas em 1,739 grupos de línguas que não possuem nenhuma porção da Bíblia em sua língua nativa. Será que entre aqueles que lêem estas palavras de Jesus hoje há alguém que gostaria de traduzi-las para aqueles que ainda não ouviram? Será que durante as vidas destas 2.2 bilhões de pessoas há discípulos de Jesus convencidos da urgência desta missão e do chamado do Mestre para realizá-la?
Oremos: Nosso Pai no céu, o Senhor é também dono da terra. O Senhor manda em tudo que há. Por favor, envie trabalhadores para sua colheita. E ajude a nós, que já vemos o tamanho da obra, a lembrarmos que esta colheita é do Senhor. Confio que o Senhor dará a todos nós tudo que precisamos para fazer a nossa parte. Sei que é só isso que o Senhor espera de nós. Em nome de Jesus eu oro. Amém.


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quinta-feira, 27 de setembro de 2018

O Princípio de Mordecai

Thomas Lachenmaier
Mordecai, homem fiel a Deus e que é mencionado no livro de Ester, não dobrava seus joelhos diante de ninguém, exceto diante de Deus. Também hoje a observação desse princípio não causa prejuízo a ninguém.
O psicanalista judeu Michael Amram Rinast (68) não recebeu muita influência da fé judaica por meio de seus pais. O seu pai faleceu cedo e sua mãe era ateísta. Sua avó, no entanto, acendia cada sexta-feira à noite a vela do Shabbat, e assim ele tinha conhecimento de alguns costumes judaicos e, no decorrer de sua vida, novamente se aproximou mais da fé judaica. Ele relata que recebeu de sua avó o que seria “a frase mais marcante de sua vida: ‘Você nunca se ajoelhará diante de ninguém, exceto diante de Deus!’. Assim, esse é o princípio de Mordecai”.
Michael Amram Rinast, nos últimos 25 anos de sua vida profissional como consultor administrativo, orientou-se por essa máxima da vida de Mordecai, o homem fiel a Deus, que nos foi transmitida no livro de Ester. Isso lhe custou contratos e clientes, ele relatou. Isso lhe causou prejuízo? Provavelmente não. Ele se manteve fiel a si mesmo e a um princípio bíblico.
Mordecai era um homem sábio, conforme lemos na Bíblia, e a ação prática fazia parte de sua sabedoria de nunca dobrar os joelhos diante de alguém, exceto diante de Deus. Mordecai demonstrou ser um cidadão leal, mesmo estando na Diáspora persa para onde foi levado juntamente com muitos israelitas. No entanto, ele não dobrou seus joelhos diante dos governantes do mundo. Mordecai era temente a Deus e não temente aos homens. Como seria possível – de um modo geral – que uma pessoa tivesse prejuízo ao agir em obediência a Deus e não se prostrar diante dos ídolos desse mundo?
O amor ao próximo de que fala a Bíblia vale para a pessoa, que é uma criatura de Deus. Ele não inclui a aceitação daquilo que ela faz ou até a quem ela adora.
O desafio bíblico de não dobrar os joelhos diante de falsos deuses – e nem diante de governantes desse mundo ou homens poderosos – hoje é tão atual como foi à época de Mordecai. Refletir sobre esse tema pode aguçar nosso olhar para descobrir quais são os ídolos de nossa época. A isso certamente pertence o espírito da época que nos leva à busca incessante da realização de nossas próprias necessidades, de trocar a individualidade pelo egoísmo? Não seria igualmente o caso de participar do grande coral, de que cada um tem razão à sua maneira, e que assim também o deus do Islã finalmente seria o mesmo que nos fala através da Bíblia? Não dobrem seus joelhos diante de quem não é Deus, de quem participa do quebra-jejum dos muçulmanos ou, sendo cristão, apoia a construção de mesquitas – aplicando erroneamente o mandamento do amor ao próximo. O amor ao próximo de que fala a Bíblia vale para o próximo, o indivíduo, à pessoa que é uma criatura de Deus. Ela não inclui a aceitação daquilo que ele faz ou até a quem ele adora.
Quem não estabelece essa diferença perde a visão para aquilo que realmente importa quanto ao amor para um muçulmano: tratá-lo amistosamente e com respeito e professar a quem unicamente devemos adoração e diante de quem todos os joelhos se dobrarão – exatamente como a Palavra de Deus confirma. Lemos sobre isso, entre outras passagens, em Isaías 45.23; Romanos 14.11; Filipenses 2.10. Quão facilmente acompanhamos os uivos dos lobos do espírito da época e com isso deixamos de direcionar o olhar dos outros para aquele diante de quem devemos dobrar nossos joelhos – diante do Deus que podemos chamar de Aba, Pai, e que se aproximou magnificamente de nós por meio de Jesus Cristo.
O relato bíblico da bela Ester, que no decorrer desses acontecimentos amadureceu e aprendeu a ser fiel a Deus e a “fazer o que deve ser feito” (mesmo que pudesse ter consequências graves, até com a perda da sua vida), serve hoje para nos ensinar e inspirar para seguir a Jesus com novo ânimo. Assim como foi na época de Ester e Mordecai, também hoje o inimigo de Deus quer a submissão. No final da história, ele vai requerer a submissão total de todas as pessoas, ele quer ver o sinal de submissão na mão ou na testa de cada um.
De acordo com as probabilidades, a rejeição a essa submissão diante do maligno terá as mesmas graves conse­quências como as que ameaçaram a Ester e a Mordecai. Quem não aceitar o sinal terá mais prejuízos do que apenas contratos e clientes. Ele não conseguirá comprar nem vender, e assim estará excluído totalmente da vida cotidiana. Evidentemente muitos serão mortos por não dobrarem seus joelhos. Os discípulos de Jesus serão “perseguidos e condenados à morte” (ver Mt 24.9). A Bíblia relata (Ap 20.4) que esses fiéis discípulos de Jesus serão decapitados. As pessoas que assassinarem os cristãos o farão crendo que estão “prestando culto a Deus” (ver Jo 16.2-3).
Isso aconteceu com frequência na história, principalmente desde o surgimento do Islamismo, no início do século VII. Matar pessoas acreditando que está prestando serviço para Deus é algo que se estende através de toda a história islâmica. Quando os turcos otomanos, em 1480, comandados por Ahmed Pasha, conquistaram Otranto, a cidadezinha portuária ao sul da Itália, eles colocaram as pessoas diante da escolha: dobrar os joelhos e aceitar o islamismo ou ser decapitado. Os cristãos daquela região de Apúlia não dobraram suas frontes diante de nenhuma exigência de submissão, nem diante de ídolo algum.
Os muçulmanos decapitaram o bispo e centenas de pessoas em plena catedral. O governo da cidade havia sido entregue ao veterano alfaiate Antonio Pezzulla. Também ele se negou a aderir ao islamismo. Ele foi decapitado juntamente com mais de 800 pessoas. É isso que acontece em nossos dias, quando cristãos são assassinados pelo fato de serem cristãos. Os assassinos alegam estar prestando um serviço ao seu deus e o confirmam dizendo: “Allahu Akbar” (“Alá é Grande”).
Mesmo assim, não há razão para a submissão. A alternativa divina da Bíblia diz que essa obediência e essa rejeição à falsa submissão, no final, não causa perdas, mesmo que possa parecer, mas conduz à vida eterna. João escreve sobre isso em Apocalipse 20.4: “Vi as almas dos que foram decapitados por causa do testemunho de Jesus e da palavra de Deus. Eles não tinham adorado a besta nem a sua imagem, e não tinham recebido a sua marca na testa nem nas mãos. Eles ressuscitaram e reinaram com Cristo durante mil anos”.
Deus pode capacitar pessoas a não dobrarem seus joelhos diante de ninguém, sob nenhuma circunstância, quando estas confiarem totalmente na sua Palavra, na afirmação de Jesus: “Não tenham medo dos que matam o corpo, mas não podem matar a alma. Antes, tenham medo daquele que pode destruir tanto a alma como o corpo no inferno” (Mt 10.28). —

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Postagem

  Qual o seu ponto de vista? Porque vivemos por fé, e não pelo que vemos. - 2 Coríntios 5:7 Qual é o seu ponto de vista diante das situações...