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domingo, 10 de janeiro de 2010

Lascívia na Igreja


         O pecado de lascívia é algo que no momento atual da igreja tem passado por despercebido , mas afinal o que é o ato em si?
         A lascívia é um pecado meio .... transparente, apertado, curto, mostrado, olhado, chamado a atenção de pessoas que não são libertas dentro de templos (igrejas) ou qualquer local.
         Parece que não faz mal mas é um abismo terrível para nossas vidas, estamos vivendo dias em que satanás tem se infiltrado em algumas mentes fracas, que não vigiam e dão lugar mesmo ao inimigo de nossa alma, a verdade é essa.
         Vamos começar pela parte que mais tem afetado, os irmãos.
         Há um desfile de moda em várias igrejas por aí, chega no domingo é salto alto pra lá, desfile de saías novas bem justinhas, blusas mostrando degotes de seios firmes, para chamar a atenção mesmo, olhares para todos os lados da igreja, reparando se tem alguém novo ou se não vê um irmão bonitinho....
         E poucos dobram seus joelhos para orarem quando chegam na igreja, a maioria ficam zanzando, para todos os lados.
         Eu me a trevo a perguntar para você irmã solteira e casada, quantas vezes você reparou em um rapaz, ou passou perto e deu uma olhadinha que fêz ele tremer? Teve vezes que você até roçou seu corpo no dele, ou vice e versa, sentiu o calor do seu corpo?
         Qual o jogo de sedução você tem feito na igreja? E no seu trabalho idem, não foge da regra quem faz na igreja, no trabalho é pior.
         Conheço casos de casais que, na intimidade de seu lar, fantasiam estar com outra pessoa. É chato tocar neste assunto mas preciso, tem casais fazendo fetiche na sua cama. Geralmente os dois sabem quem eles estão imaginando até falam um para o outro, digo isso porque sei de casos pois já escutei de pessoas aflitas pois tinham, quase destruído seu casamento com essa brincadeira em seus leitos. Isso é muito sério mas ocorre.
         Por que usar uma roupa que vai perturbar o seu irmão ou você gosta de perturbar os homens? Tem muitos que não são libertos ainda.
         Isso é pecado de lascívia, provocar o outro fazer o próximo ti desejar.

Qual o teu caso?

         Não tem mais vontade com seu marido ou esposa? Não será isso um claro sinal de que você está longe da vontade de Deus ou isso não é mais importante para você. As coisas espirituais são do passado, hoje vê as novelas que tem sexo, adultério, traição, tem também o big brother, ver tudo e muito mais.
         Eu nem vou colocar versículo bíblico aqui pois é muito claro mas procure em eclesiaste cap. 6 e 7, leia com atenção tudo que ali está relatado.
         Se há um desejo inconntrolável em seu coração de pecar corra ... fuja ... deste que causa este desejo em teu coração.
         O pecado da provocação é a porta de entrada para outros que te levaram a perdição espiritual.

Tem irmãs(Os) que gostam do jogo da sedução, mas e o preço?

         Tem mulheres casadas que seduzem jovens, para eles se masturbarem em casa, usadas pelo diabo. Já vi irmãs sentadas no coral que abriam as pernas mostrando as calcinhas para provocarem os homens.
         Quero dizer que somos homens e as mulheres atraem os homens, somente com muita oração para nós livrar deste terrível engano de satanás.
         Quantos irmãos preso no pecado da masturbação e não conseguem largar, são casados tem filhos mas continuam a se masturbar, há uma razão para isto.
         A masturbação começa aos poucos depois vai aumentando até, não satisfazer mais e começa a ver filmes pôrnos, revistas, até que sai de carro e toma umas cervejas, e pega uma prostituta, primeiro para fazer sexo oral pois o diabo diz que sexo oral não é sexo ... e aí vai, mas tudo começou dentro do templo onde foi adorar ao Senhor.
         Mulheres e homens brincam com algo que deixa cicatrizes profundas.
         Nunca mais tu serás o mesmo, não pense que hoje vai pecar um pouco e depois volta e fica tudo bem ,engana-se que pensa desta forma.
         Vai demorar para restabelecer teu ministério, não pense que é fácil ... pare com isso agora mesmo enquanto tu lê este estudo.
         Não é só as irmãs que provocam, os irmãos também, se vestem bem colocam perfumes caros, chegam na igreja com seus carrões, para chamar atenção etc... Tudo isso gera morte espiritual.
         Por isso vemos hoje na igreja, tanto marasmo pessoas que entram doentes saem doentes, entram com conflitos de almas saem piores.
         Líderes usem o cajado, para levar suas ovelhas para o aprisco. Mensagens de sabedoria humana e nada mais, adulam o pecado nos púlpitos.
         A única solução é ver onde tens errado, procurar com Jesus esquecer o que tem te levado a se perder, negar-se a si mesmo, orar e fazer o que você acha que ninguém vai fazer na igreja, seja humilde, procure irmãos que tem uma vida de oração e jejum, procure estar sempre que puder em cultos de libertação, mas importante é VOCÊ QUERER largar todo esse lixo pornôgrafico de sua vida.
         Quantos tem tv a cabo pirata e com tv sexo aberta dentro de sua casa e na calada da noite, os dois vêm juntos os filmes de sujeira diabólicos.
         Larga isso!
         Quer fazer parte do povo que vai subir para o céu?
         Santifique-se mais ainda, ou suje-se mais ainda.
         Deus vem buscar uma igreja ou um povo zeloso e de boas obras, peça libertação se esse for seu caso.
         Leia a palavra de Deus e tenho certeza que sua vida vai mudar.

Desejo felicidade a todos e paz de Jesus e graça.

sábado, 2 de janeiro de 2010


Coroado com muitas coroas




Estas referências são dirigidas aos cristãos. Até mesmo uma pessoa salva deverá ir a julgamento (Hb 9.27). Depois da morte, quem não for salvo passará pelo julgamento do Trono Branco. Quem for salvo irá ao julgamento do Tribunal de Cristo. O julgamento de 1Coríntios 3, com ênfase nos versos 13 e 14, refere-se aos cristãos.
Algo no recôndito de minha mente me lembra que terei que dar contas a Deus por minhas palavras e minhas ações. Não disponho de tempo para ficar de olho sobre o que pensam de mim, mas sim sobre o que tenho de dar conta no Tribunal de Cristo.
Em 1Coríntios, 3.11-15, está explícito que ninguém vai se queimar, apenas as suas obras se queimarão. Note ainda que o fogo prova as obras de cada um para ver a qualidade das mesmas. É na qualidade dessas obras que Deus está interessado. Então, há alguns aspectos positivos nessa passagem. Falando positivamente Paulo diz: "E, se alguém edificou com ouro, prata, pedras preciosas, madeira, feno, palha, a obra de cada obra se manifestará" (1Co 3.12-14). O que significa isso?
  • Ouro

  • Ouro na Bíblia significa divindade e glória. Todos os móveis do Tabernáculo eram decorados com ouro. O ouro representa a coisa mais elevada ali, porque é a coisa mais elevada aqui na terra. Sempre que se adora Jesus Cristo como Deus e sempre que O louvamos como Deus "ajuntamos tesouros no céu" (Mt 6.20). A glória de Deus é a Sua presença sobre nós.
  • Prata

  • A prata na Bíblia é o preço da Redenção. Quando Jesus foi vendido, o Seu preço foi de trinta moedas de prata. Quando os judeus iam para a batalha, recebiam esse valor em prata, como uma espécie de reparação pelas suas almas. Cada vez que você falar a um homem o que ele deve fazer para ser salvo, estará acumulando um tesouro de prata no céu. (Mt 6.20,21).
  • Pedras preciosas

  • O que são pedras preciosas? (Ml 3.17,18). Os salvos são como pedras preciosas. Pedras preciosas são as pessoas que vocês levaram a Cristo (1Pe 2.5). Em Zacarias 9.16 lemos que os salvos são "como pedras de uma coroa". As pessoas que você conduz a Cristo são as pedras preciosas que farão parte de sua coroa. Se porventura Jesus Cristo colocar uma coroa sobre a sua cabeça e disser: "Bem está, servo bom e fiel. Sobre o pouco foste fiel, sobre muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor", o céu todo, do alicerce até o teto, vai dizer: “Amém!”. Não há honra maior que essa.
    1. A Coroa da Justiça (2Tm 4.7,8)
    Esta primeira é chamada Coroa da Justiça e será dada às pessoas que amam a Sua vinda. Agora vejamos como você vai se portar ao receber a sua coroa. Você deseja realmente a vinda do Senhor Jesus Cristo? Se alguém a deseja, ganhará essa coroa (Ap 3.11). Jamais permita que a Segunda Vinda de Cristo seja apenas um lugar comum para você. Jamais permita que alguém tome o seu lugar por não aguardar a Sua vinda.
    2. A Coroa da Vida (Tg 1.12; Ap 2.10)
    Jesus não nos disse para sermos fiéis até a morte para nos dar a vida eterna. A vida eterna está condicionada ao sangue de Cristo. Aprendi algo nesta passagem. Aprendi que, se um cristão resiste à tentação, Deus lhe dará a mesma coroa dada a um mártir. Eles são ambos mencionados no mesmo lugar. Ele dará a coroa da vida àqueles que são fiéis até a morte (Tg 1.12), aos que O amam. Aí é que está o segredo: Jesus Cristo prometeu uma coroa da vida a quem enfrentar a tentação por amor a Ele.
    3. A Coroa Incorruptível (1Co 9.24-27)
    Esta passagem em especial nada tem a ver com o fato de ir para o inferno. Quando Paulo disse: "subjugo o meu corpo", ele não quis dizer: “a fim de não ir para o inferno", mas “a fim de não deixar de pregar, ou seja, de o Senhor me deixar à parte". Ele está se referindo àquelas pessoas de todo o mundo: “E todo aquele que luta de tudo se abstém; eles o fazem para alcançar uma coroa corruptível; nós, porém, uma incorruptível" (1Co 9.25). Então, existe uma coroa incorruptível para o filho de Deus.
    Algumas pessoas começam correndo e ficam observando os outros corredores: "Ele não está se saindo tão bem. Eu sou melhor. Aí tropeça. Viu isso? Você o viu tropeçar? Há, há. Olhe aqui, ele tropeçou. Há, há, há". Esse tolo vai perder a corrida. Ele tem um curso a seguir (Hb 12.2). Tenho uma corrida a seguir. Devo correr para ganhar. É o que faz o povo de Deus (Hb 12.1).
    4. A Coroa da Glória (1Pe 5.1-4)
    Existe uma coroa de glória dada ao pastor fiel que alimenta o rebanho com a Palavra de Deus. Estou certo de que isso pode ser aplicado a um líder de célula que cuida dos seus irmãos. Se alguém é pastor e lhe foi entregue um rebanho para ser alimentado, supõe-se que ele o alimente. Nin guém sabia disso melhor do que Simão Pedro (Jo 21.16). Ele falou isso três vezes. O velho Simão Pedro seguiu bem essa doutrina: "Alimentai o rebanho".
    5. Coroa e gozo (1Ts 2.19,20)
    Qual é a nossa coroa? Nossa coroa são as pessoas na segunda Vinda de Cristo. Esta é a coroa do ganhador de almas. A razão por ela ser chamada coroa de gozo é porque, sempre que um pecador é salvo, há alegria no céu (Lc 15.7). Quanta alegria você tem causado no céu no ano passado? Está ganhando pessoas para Cristo?
    As pessoas dizem: "Não tenho muito talento de evangelista, sabe? Não posso..." Esse é o problema com elas. Elas mentem e procuram um álibi para a negligência em suas vidas. Jamais tive muita habilidade para ganhar almas, mas tenho feito isso. Alguns sentam durante horas falando de viagens e pescarias, mas tratando-se de pregar a Palavra, dizem: "Bem, eu não me saio bem falando disso" (Mt 12.34). Se você não fala de Jesus Cristo é porque o seu coração não está pleno dEle. Prefere chegar ao lar de mãos vazias? Quer subir para o céu e descobrir que lá não têm amigos esperando você, amigos que você levou a Cristo? Deseja isso mesmo?
    Anos atrás, um pregador liberal sem compromisso com o reino chegou de uma noite cansativa e sentou-se na mesa para tomar o café da manhã. Sua esposa deu-lhe uma xícara de café e lá estava ele pálido e agitado. Ela indagou: "Qual é o problema?" Ele disse: "Tive um sonho na noite passada. Sonhei que morria e entrava numa nuvem escura. Lá estava alguém me apontando o dedo, com uma cicatriz na mão, me olhando e falando: "Pregador, onde estão as almas de sua esposa e de seus filhos?". Eu falei: "Almas, que almas?". Ele apontou-me o dedo e disse: "Pregador, onde estão as almas do seu carteiro, do seu mecânico da TV e do seu jornaleiro?". Respondi: "Não entendo o que o Senhor quer dizer por almas. Não sei onde elas estão". Então vi um abismo engolir aquela nuvem e senti como se estivesse despencando um milhão de milhas para baixo, num lago de fogo. Naquele fogo estavam você, nossos filhos, o mecânico da TV, o vendedor do armazém, o carteiro, o jornaleiro e muitos outros, apontando-me com o dedo e me amaldiçoando". Sua esposa falou: "Ora, querido. Sem dúvida, ontem à noite, você comeu alguma coisa que lhe fez mal". Ele pegou a xícara de café e, ao levá-la à boca, caiu morto, vítima de um colapso cardíaco. Então não siga pelo mesmo caminho. Se você está salvo, não chegue de mãos vazias. Ganhe alguém para Cristo.

    Quando a prosperidade não é bênção

    Palavra



    Prosperar é natural e faz parte da graça que Deus derramou sobre a terra e sobre toda a humanidade. Ao olharmos para a natureza, vemos que Deus foi um criador extravagante, pois Ele criou riquezas abundantes! Ao falar ao homem, Deus o abençoou com palavras de abundância em relação a diversas áreas da sua vida, dizendo-lhe que se multiplicasse, se alimentasse de tudo o que tinha sido criado e dominasse sobre tudo. (Gn 1.28,29)

    Existe, porém, um grande conflito espiritual em relação à abundância e prosperidade. Satanás não quer que os filhos de Deus prosperem e que vivam com tudo a que têm direito. Os crentes aceitam facilmente que é satanás que mantém as pessoas presas ao pecado e à doença, mas pensam que agrada a Deus que as pessoas não prosperem para que sejam humildes e ganhem o céu! Por isso, as pessoas são ensinadas a se resignarem e conformarem com a pobreza e a miséria.

    Existem duas formas diferentes de prosperar: pela força da nossa mão ou pela mão de Deus.
    Abraão é um exemplo de como devemos prosperar quando somos confrontados com essas duas formas de prosperar. Abraão era um homem riquíssimo, de muita influência e poder de guerra, ao ponto de lhe ter sido pedido auxílio numa guerra entre reis de várias regiões.

    Depois da vitória que Abrão conseguiu, ao resgatar o povo de Sodoma das mãos de outro rei, o rei de Sodoma veio ter com ele e ofereceu-lhe todos os bens que, juntamente com as pessoas, ele tinha conseguido resgatar. (Gn 14.23)

    Jesus também contou uma parábola acerca das duas formas diferentes de prosperar e construir a nossa vida, falando de dois homens que construíram cada um deles, a sua casa. (Mt 7.24-27)
    Esses dois homens empreenderam e construíram duas casas, mas fizeram-no sobre dois fundamentos diferentes e o resultado também foi diferente. Um dos homens construiu sobre a rocha, isto é, dando ouvidos à Palavra do Senhor; sendo obediente. Quando veio a tempestade, a casa permaneceu. O outro construiu sobre a areia, isto é, seguindo o seu próprio entendimento sem dar ouvidos à Palavra do Senhor; sendo desobediente. Quando veio a tempestade, a casa ruiu. Uma das formas de prosperar leva à prosperidade sólida. A outra leva à prosperidade enganosa, incerta e passageira.

    Como se prospera da forma errada

    1. Quando a prosperidade é fruto da opressão

    Provérbios 11.24 fala acerca daqueles que retêm “mais do que é justo” e Tiago fala a respeito dos ricos que retêm os salários dos trabalhadores (Tg 5.1-6). Esses são os que prosperam porque roubam o seu próximo em negócios enganosos e roubam a Deus nos dízimos e ofertas. Apesar de ricos não são prósperos porque não possuem paz e nem a bênção de Deus. (Tg 5.4)

    2. Quando prosperamos valorizando muito o que é temporal e desprezando os valores eternos


    Jesus contou a parábola de um rico que valorizou muito as suas colheitas, ocupou-se em construir novos celeiros, mas desprezou o estado da sua alma e não se preparou para o momento em que esta lhe seria pedida. Jesus disse que esse homem foi chamado de “louco” (Lc 12.13-21). Quando se confia nas riquezas estamos desprezando os valores eternos. (Pv 11.28)

    3. Quando prosperamos com o coração no dinheiro


    Ouvindo-o Jesus, disse-lhe: Uma coisa ainda te falta, vende tudo o que tens, dá-o aos pobres e terás um tesouro nos céus; depois, vem e segue-me. (Lc 18.22)

    4. Quando prosperamos a qualquer custo, ignorando os princípios de Deus

    É a prosperidade que se alcança quando não se olham os meios para atingir fins. (Jr 17.11; Pv 28.20)
    Pessoas que prosperam dessa forma, prosperam fora do modelo de Deus e acabam por ter uma prosperidade enganosa. A prosperidade segura e abençoada é aquela que é construída como resultado de seguirmos as instruções de Deus.

    5. Quando prosperamos pelo engano

    Balança enganosa é abominação para o Senhor, mas o peso justo é o seu prazer. (Pv 11.1)

    6. Quando prosperamos e perdemos a humildade

    Melhor é o que se estima em pouco e faz o seu trabalho do que o vanglorioso que tem falta de pão. (Pv 12.9)

    7. Quando queremos prosperar sem trabalho

    O que lavra a sua terra será farto de pão, mas o que corre atrás de coisas vãs é falto de senso. (Pv 12.11)
    Os planos do diligente tendem à abundância, mas a pressa excessiva, à pobreza. (Pv 21.5)

    8. Quando a prosperidade é fruto da esperteza

    Os bens que facilmente se ganham, esses diminuem, mas o que ajunta à força do trabalho terá aumento. (Pv 13.11)

    9. Quando a prosperidade vem pela mentira

    Trabalhar por adquirir tesouro com língua falsa é vaidade e laço mortal (Pv 21.6)

    10. Quando adquirida por favores políticos

    Muitos buscam o favor daquele que governa, mas para o homem a justiça vem do Senhor. (Pv 29.26)
    A riqueza se torna bênção quando ela se converte junto com você
    Entrementes, Zaqueu se levantou e disse ao Senhor: Senhor, resolvo dar aos pobres a metade dos meus bens; e, se nalguma coisa tenho defraudado alguém, restituo quatro vezes mais. Então, Jesus lhe disse: Hoje, houve salvação nesta casa, pois que também este é filho de Abraão. (Lc 19.8,9)

    E eu vos recomendo: das riquezas de origem iníqua fazei amigos; para que, quando aquelas vos faltarem, esses amigos vos recebam nos tabernáculos eternos. Quem é fiel no pouco também é fiel no muito; e quem é injusto no pouco também é injusto no muito. Se, pois, não vos tornastes fiéis na aplicação das riquezas de origem injusta, quem vos confiará à verdadeira riqueza? (Lc 16.9-11)

    Exorta aos ricos do presente século que não sejam orgulhosos, nem depositem a sua esperança na instabilidade da riqueza, mas em Deus, que tudo nos proporciona ricamente para nosso aprazimento; que pratiquem o bem, sejam ricos de boas obras, generosos em dar e prontos a repartir; que acumulem para si mesmos tesouros, sólido fundamento para o futuro, a fim de se apoderarem da verdadeira vida. (1Tm 6.17-19)

    Honestidade em tudo

    Palavra




    A honestidade não é relativa

    Vivemos numa era de “honestidade relativa”, na qual as pessoas estabelecem seus próprios padrões de honestidade, que variam conforme as circunstâncias. Por exemplo, muitos ficam indignados quando algum político é pego com a boca na botija, mas não percebem que eles mesmos são desonestos quando aumentam o relatório de despesas, de tal forma que o patrão tenha que lhe pagar mais do que havia realmente gasto. As pessoas não têm consciência da incoerência entre seu próprio comportamento e seu descontentamento com a desonestidade dos outros (Jz 17.6). Mas a Palavra de Deus nos ensina que a honestidade é um padrão absoluto (Pv 20.23; 12.22; Lv 19.11).

    O Deus da verdade

    O ser verdadeiro é um dos atributos de Deus (Jo 14.6). Além disso, Ele nos ordena que reflitamos Seu caráter, honestidade e santidade (1Pe 1.15,16). A natureza do maligno é a mentira (Jo 8.44), enquanto a natureza do Senhor é a verdade. O Senhor deseja que expressemos Seu caráter honesto e não a natureza desonesta do diabo.

    Porque Deus exige honestidade absoluta

    Deus impôs um padrão de honestidade absoluta por cinco razões:

    1. Não podemos ser desonestos e amar a Deus

    Quando somos desonestos, agimos como se o Senhor não existisse e é impossível amar a Deus se Ele não existe.

    Geralmente, quando tomamos a decisão de sermos desonestos, estamos dizendo a Deus que Ele não poderá prover exatamente o que eu preciso – mesmo que Ele tenha prometido fazê-lo (Mt 6.33); que Ele não conseguirá descobrir minha desonestidade; que Ele não tem poder para me disciplinar.

    Se crêssemos de fato que Ele poderia nos disciplinar, não consideraríamos agir de forma desonesta. O comportamento honesto é uma questão de fé. Cada decisão honesta fortalece nossa fé no Deus vivo. Mas, se escolhemos a desonestidade, estamos negando a existência do Senhor. As Escrituras declaram que aqueles que praticam a desonestidade odeiam a Deus (Pv 14.2).

    2. Não podemos ser desonestos e amarmos nosso próximo


    O Senhor ordena honestidade absoluta porque o comportamento desonesto quebra o segundo mandamento (Mc 12.31; Rm 13.8-10). Quando agimos com desonestidade, estamos roubando uma outra pessoa. Podemos tentar nos enganar, ao pensarmos que a perda é do negócio ou do governo ou de uma companhia de seguros, mas, se olharmos bem, veremos que estamos roubando o dono do negócio, os contribuintes que pagam o imposto ou o dono da agência de seguros. Precisamos nos lembrar de que a desonestidade sempre prejudica as pessoas.

    3. A honestidade traz credibilidade ao evangelho


    Nosso Senhor ordena que sejamos absolutamente honestos para demonstrarmos a realidade de Jesus Cristo àqueles que ainda não O conhecem. Nossas ações falam mais alto que nossas palavras (Fp 2.15).

    4. A honestidade confirma a direção de Deus (Pv 4.24-26)

    Quando você for absolutamente honesto, “os seus passos serão seguros”. Decidir andar na rua estreita da honestidade elimina as muitas possíveis avenidas da desonestidade. A tomada de decisão se torna mais simples porque o caminho honesto é um caminho claro.

    5. Mesmo pequenos atos desonestos podem ser devastadores

    Deus requer que sejamos totalmente honestos. Até as pequenas desonestidades são pecado. Até mesmo uma mentirinha pode endurecer nossos corações e tornar nossas consciências insensíveis ao pecado. Ela pode tornar nosso ouvido surdo à voz suave do Senhor. Uma única célula do câncer da desonestidade pode multiplicar-se e tornar-se uma desonestidade maior (Lc 16.10).

    Um acontecimento na vida de Abraão é desafiador: o rei de Sodoma ofereceu a Abraão todas as coisas que Abraão tinha recuperado quando retomou de Sodoma, onde teve sucesso no resgate de pessoas (Gn 14.22,23). Da mesma forma que Abraão não desejava tomar nem uma linha ou um cordão de uma sandália, desafio você a fazer o mesmo. O povo de Deus deve ser honesto, mesmo nas questões menores e aparentemente sem conseqüência.

    Como escapar da tentação da desonestidade

    A não ser que neguemos nossas próprias vidas e vivamos em rendição ao Espírito Santo, todos seremos desonestos. O desejo de nossa natureza humana é agir com desonestidade (Mc 7.21,22). O desejo do Espírito Santo é que vivamos em honestidade absoluta. Precisamos submeter nossas vidas inteiramente a Cristo, como Senhor, e permitir que Ele viva Sua vida através de nós.

    1. Pelo temor do Senhor (Pv 16.6)

    Um temor saudável ao Senhor não significa vê-lo como um Deus punitivo. Pelo contrário, Ele é um Pai amoroso que, com Seu amor infinito, disciplina Seus filhos para o benefício deles (Hb 12.10).

    2. Pela perda de bens

    Nosso Pai celestial não permitirá que mantenhamos algo adquirido de forma desonesta (Pv 13.11).

    Você, como pai ou mãe, deixaria seu filho ficar com um objeto roubado? É claro que não! Você o mandaria devolver o item, pois o caráter da criança seria prejudicado. Além de insistir na devolução do objeto, você certamente o disciplinaria. Quando nosso Pai celestial nos disciplina, em geral Ele o faz de forma que não nos esqueçamos mais.

    O que fazer se fomos desonestos


    Infelizmente, todos somos desonestos de vez em quando. Uma vez reconhecido nosso ato desonesto, precisamos fazer três coisas:

    1. Restaurar nossa comunhão com Deus


    Todas as vezes que pecamos, nossa comunhão com Deus é quebrada. Portanto, ela precisa ser restaurada (1Jo 1.9). Precisamos concordar com Deus que nossa desonestidade é pecado e, então, aceitar Seu perdão gracioso para que possamos desfrutar de Sua comunhão. 

    2. Restaurar nossa comunhão com as pessoas

    Devemos confessar nossa desonestidade à pessoa por nós ofendida (Tg 5.16). A falta de prosperidade financeira de uma pessoa pode ser conseqüência da violação desse princípio (Pv 28.13).

    3. Devolver qualquer propriedade adquirida de forma desonesta

    Se adquirimos qualquer coisa de forma desonesta, devemos devolvê-la a seu dono (Lv 6.4,5). A restituição é uma expressão concreta de arrependimento e um esforço de corrigir um erro. Se não for possível fazer a restituição à parte injuriada, então a propriedade deverá ser dada ao Senhor (Nm 5.8).

    O suborno

    Suborno é definido como algo dado a uma pessoa para influenciá-la a praticar um ato ilegal ou errado. Aceitar suborno é claramente proibido pelas Escrituras (Êx 23.8). O suborno, às vezes, é designado presente ou comissão. Avalie sempre toda oferta para ter certeza de que não é um suborno.

    Bênçãos e Maldições


    Na lista abaixo encontram-se algumas das bênçãos que o Senhor prometeu para os honestos e algumas maldições para os desonestos.

    Bênçãos prometidas ao honesto: intimidade com o Senhor (Pv 3.32); uma família abençoada (Pv 20.7); vida longa (Pv 12.19); prosperidade (Pv 15.6).

    Maldições reservadas ao desonesto: separação de Deus (Pv 3.32); problemas familiares (Pv 15.27); morte (Pv 21.6); pobreza (Pv 13.11).

    Você é a pessoa que Deus tem procurado

    Creio que não valorizamos com seriedade o impacto que uma pessoa honesta causa (Jr 5.1).

    O destino de uma cidade inteira estava em jogo. Seu futuro dependia da existência de uma pessoa totalmente honesta. Você seria essa pessoa em sua comunidade? Você pode até não receber a aclamação da mídia, dos executivos ou dos políticos da comunidade, mas, na economia de Deus, seu compromisso com a honestidade pode ter uma influência poderosa em sua cidade.

    A sociedade diz: Você pode ser desonesto porque todo mundo é. As Escrituras dizem: O Senhor ordena honestidade absoluta mesmo nas menores questões. Reveja, em oração, a lista para um comportamento honesto:

    1. Em meu imposto de renda, coloco todas as entradas de meu orçamento e todas as minhas taxas de dedução são legítimas?
    2. Cuido das posses de outras pessoas como se fossem minhas?
    3. Tenho o hábito de dizer “mentirinhas”?
    4. Tenho o hábito de fazer mau uso dos suprimentos do escritório, de selos ou qualquer outra coisa que pertença a meu empregador?
    5. Se cobrarem a menos em uma de minhas compras, relato o fato?
    6. Busco o interesse dos outros da mesma forma que os meus?


    Peça a Deus que mostre a você qualquer outro comportamento desonesto que deva ser mudado, em especial, aqueles mais escondidos. Peça a um amigo íntimo que o encoraje e que se disponha a receber uma prestação de contas sua, na área da honestidade.

    sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

    Um novo ano, e ninguém sabe para onde ir!


             Para cada um de nós, o ano novo traz uma pergunta implícita: O que está por vir? O que terei de enfrentar? Como será minha vida neste novo ano? Através da história de Abraão, Deus nos dá mostras de que podemos confiar nEle.
             Lemos no chamado capítulo dos heróis da fé:
    “Pela fé, Abraão, quando chamado, obedeceu, a fim de ir para um lugar que devia receber por herança; e partiu sem saber aonde ia” (Hb 11.8).

            O homem de hoje está concentrado em ter garantias e em ter um plano bem organizado. Ele quer saber por qual caminho seguir e se pergunta no que pode confiar. Resumindo: ele quer considerar todas as eventualidades para poder calcular de forma exata e com antecedência quais atitudes deve tomar. Dificilmente alguém estará disposto a ir para algum lugar ou a assumir alguma tarefa sem conhecer os detalhes, sem determinadas premissas e garantias. A história da vida de Abraão também toca a nossa vida. No começo havia incerteza, mas no fim ele se transformou em exemplo e até no pai de todos aqueles que crêem (Rm 4.11). O motivo foi a sua confiança inabalável no Deus vivo e em Suas promessas. A maior segurança em meio a todas as inseguranças deste mundo é crer na Bíblia.
             Abraão não podia fazer nada além de acreditar naquilo que Deus lhe dizia. Essa atitude de fé é o mais importante que uma pessoa pode ter. A vida de Abraão foi marcante porque ele obedeceu pela fé e atendeu ao chamado divino. Sua fé foi colocada em prática. Fé e ação andam juntas como o violino e o arco, ou como a chave e a fechadura de uma porta. Se falta uma parte, a outra é inútil, pois não há como tocar uma bela melodia, não há como abrir ou fechar a porta. Abraão tinha “somente” a palavra de Deus. O Senhor chamou-o a sair de seu país, a deixar seus relacionamentos e abandonar tudo o que tinha conseguido até então – sem saber para onde iria. Mas, olhando para o restante da história de sua vida, reconhecemos o maravilhoso objetivo que Deus alcançou com Abraão.
             Entramos em um novo ano sem saber para onde ele nos levará. Talvez o Senhor Jesus tenha colocado em seu coração um certo fardo, um desejo de fazer alguma coisa em Seu Nome, e talvez você tenha de dar um passo ousado. Também pode ser que você tenha sido chamado por Deus para executar uma tarefa mas não sabe como continuar nem para onde isso o levará. Abraão simplesmente se pôs a caminho, impelido pelo poder da Palavra de Deus.
             No começo deste novo ano é muito importante ter isto diante de nossos olhos: precisamos nos pôr a caminho, juntar forças a cada momento e orientar-nos para o alvo. E nosso alvo são as coisas de Deus. É perfeitamente possível que durante o trajeto sejamos assaltados pelo medo, pois a dor, a tristeza, as preocupações e outros sofrimentos podem surgir em nossa vida. Pode ser que às vezes fiquemos resignados no caminho. Mas isto não deve impedir-nos de continuar marchando em direção ao desconhecido, ao futuro – confiando nas firmes promessas de Deus. É exatamente nessa área da nossa vida que a nossa fé no Senhor precisa de um novo impulso.
             Depois de listar os heróis da fé (Hebreus 11), a Bíblia nos diz como alcançar o alvo:
    “...olhando firmemente para o Autor e Consumador da fé, Jesus, o qual, em troca da alegria que lhe estava proposta, suportou a cruz, não fazendo caso da ignomínia, e está assentado à destra do trono de Deus. Considerai, pois, atentamente, aquele que suportou tamanha oposição dos pecadores contra si mesmo, para que não vos fatigueis, desmaiando em vossa alma” (Hb 12.2-3).

            Depois que Abraão chegou à Terra Prometida, ele teve de suportar muitos testes de sua fé. Enfrentou a tentação de confiar mais em sua própria carne do que no Senhor que havia lhe dado a promessa. Em algumas situações de crise, tomou as rédeas em suas próprias mãos e foi derrotado. Mas o Senhor, em quem Abraão tinha depositado sua confiança, não o deixou cair. No fim, triunfaram a fé de Abraão em Deus e a fidelidade de Deus para com Seu amigo. O autor da carta aos Hebreus descreve a fé de Abraão com as seguintes palavras:
    “Pela fé, peregrinou na terra da promessa como em terra alheia, habitando em tendas com Isaque e Jacó, herdeiros com ele da mesma promessa” (Hb 11.9).

            Nós também podemos, neste ano recém-iniciado, manter a fé nas promessas de Deus, mesmo quando os outros não nos compreendem e mesmo quando nos vêem como “estrangeiros” em seu meio. A fé em Jesus Cristo, em quem todas as promessas têm o “Sim” de Deus e por quem é o “Amém” (2 Co 1.20), nos ajudará a superar tudo o que é passageiro nesta terra até chegarmos ao grande alvo final. O caminho da nossa existência vai da tenda passageira da vida terrena para junto do Deus eterno.
             O objetivo de vida de Abraão era o mais elevado que uma pessoa pode almejar. Ele não somente sonhava com uma cidade melhor, mas a aguardava com expectativa viva e cheia de esperança:
    “...porque aguardava a cidade que tem fundamentos, da qual Deus é o arquiteto e edificador” (Hb 11.10).

            Abraão morreu e não conheceu esse lugar durante sua vida na terra, mas ainda assim ele esperava pela cidade eterna de Deus.
             Não sabemos quando Jesus voltará; portanto, seria tolo tentar fazer algum cálculo. Mas uma coisa é certa: também neste ano podemos esperar pela volta de Jesus e pela Jerusalém eterna. Quer o Senhor volte neste ano ou não, quer vejamos o Arrebatamento ou tenhamos de morrer antes – o objetivo e a esperança é a vida eterna com o Senhor, que nos comprou por Seu precioso sangue e que voltará para a Sua Igreja. Um dia isto acontecerá: os mortos em Cristo e aqueles que ainda estiverem vivos serão arrebatados para a presença do Senhor (1 Ts 4.15-17) e terão sua morada na Jerusalém celestial (Ap 21.9-10).
             Abraão acreditava nessa cidade. E quando foi convocado a sacrificar seu único filho, Isaque, a respeito de quem o Senhor tinha feito tantas promessas, ele “considerou que Deus era poderoso até para ressuscitá-lo dentre os mortos” (Hb 11.19).
             Sejamos cristãos que esperam pelo seu Senhor, neste novo ano mais do que nunca! Então valerá também para nós a maravilhosa promessa:
    “Porque guardaste a palavra da minha perseverança, também eu te guardarei da hora da provação que há de vir sobre o mundo inteiro, para experimentar os que habitam sobre a terra” (Ap 3.10).

            Neste sentido, desejamos a todos os nossos leitores um ano novo ricamente abençoado pelo Senhor. Maranata!

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