Anuncio

quarta-feira, 23 de março de 2016

“O perigo de deixar de congregar”
Uma atitude comum em nossos dias é considerar a participação no culto como sendo algo secundário e até desnecessário para a vida cristã.
Mas esse não era o entendimento e a pratica dos primeiros cristãos, conforme relata o Livro de Atos: “E todos os dias, no templo e de casa em casa, não cessavam de ensinar e de pregar Jesus, o Cristo” (At 5.42).
Eles se reuniam diariamente e sabiam que o reunir-se liberava um grande poder espiritual, por isso “diariamente perseveravam unânimes no templo, partiam pão de casa em casa e tomavam as suas refeições com alegria e singeleza de coração” (At 2.46).
Em nossos dias, pessoas ficam semanas sem participar do culto e parecem não sentir falta alguma. Outras ficam meses sem participar da ceia e acham isso normal. Mas, definitivamente, não é normal, não é o padrão de um crente vencedor.

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

O PERFIL DO LÍDER - UM SER MORAL, SOCIAL E ÉTICO




O PERFIL DO LÍDER - Um Ser Moral, Social e Ético


1. O Líder como um ser moral
 Deus criou o homem à sua imagem e semelhança (Gn 1.26-27; Ef 4.24). Como bem afirmou Hodge (2001, p. 555), conforme os teólogos reformados e a maioria dos teólogos de outras divisões da Igreja, a semelhança do homem com Deus incluía, dentre outros pontos, sua natureza intelectual e moral.
Como ser moral entende-se que o homem é dotado de uma natureza com poderes que capacita a agir de maneira certa ou errada.  Esses poderes são o intelecto ou razão, o sentimento e a vontade. Em conexão com estas faculdades humanas está a atividade da consciência, que envolve todos os poderes, e sem a qual não pode haver nenhuma ação moral (STRONG, 2003, p. 64-65; THIESSEN, 1988, p. 158). Estes poderes ou faculdades humanas atuam da seguinte forma:
- O intelecto ou razão habilita o homem para discernir, avaliar entre o certo e o errado;
- A sensibilidade ou sentimento o inclina, o move para o certo ou o errado;
- A vontade livre concretiza, faz.
 Um claro exemplo da atividade destas faculdades humanas operando, conforme Leite Filho (1997, p. 62) pode ser vista no filho pródigo (Lc 15.11-32):
- A consciência o acusou (v. 17a);
- O intelecto o fez refletir (v. 17b);
- O sentimento o inclinou (v. 18, 19);
- A vontade o fez agir (v. 20);
 Vale lembrar, que em razão de sua falibilidade, a consciência humana não é o árbitro final do julgamento de suas ações. O que é direito, o que é justo, em última instância, é determinado pelo caráter de Deus, manifesto em sua Palavra.
 O homem, criado a imagem e semelhança de Deus, é um agente racional, moral e, portanto, também um agente livre e responsável pelos seus atos.
Como um ser livre e responsável por seus próprios atos, o líder deve assumir responsabilidades e ser responsabilizado. Observemos alguns casos bíblicos:
a) Líderes bíblicos responsabilizados por seus erros
- Adão (Gn 3.17-19)
- Mirian (Nm 12.1-15)
- Corá, Datã e Abirão (Nm 16.1-35)
- Moisés (Dt 32.48-52)
- Sansão (Jz 16.19-20)
b) Líderes bíblicos que assumiram as responsabilidades por seus erros
- Arão (Nm 12.11)
- Saul (1 Sm 15.22-31)
- Davi (2 Sm 12.1-15)
Aprendemos com os exemplos acima, que os erros de um líder são tratados e punidos das mais diversas maneiras, devido às complexidades e peculiaridades das pessoas e circunstâncias envolvidas. Extraímos várias lições dos episódios aqui descritos:
- O erro consciente e intencional é passivo de punição.
- Deus, como ser moral perfeito, através de sua direção ou intervenção sobrenatural ou de processo naturais, decorrentes da quebra de princípios e leis naturais (Gl 6.7), nunca nos deixa impunes.
- A disciplina divina está fundamentada em seu amor (Hb 12.6-13).
- A graça e a misericórdia divina podem outorgar ao líder, imperfeito e falível que é, uma nova(s) oportunidade(s).
- Os vitimados pelos erros devem sempre ser tratados com um sentimento e desejo de restauração, sem, contudo, relativizarmos a palavra de Deus, buscando “jeitinhos” que só trarão mais problemas ou a perda da credibilidade dos envolvidos no episódio e nas decisões.
A autoridade moral de um líder não se fundamenta em sua credencial de obreiro, em seu cargo ou função. Fundamenta-se em sua integridade moral (santidade, retidão/justiça, bondade e verdade).
2. O Líder como um ser social
“Disse mais o Senhor: Não é bom que o homem esteja só;” (Gn 2.18)
O homem é um ser social. A necessidade de “estar com” é inerente ao ser humano. O próprio Deus deixa isto explícito.
O Senhor dotou o homem da capacidade de viver em sociedade. A socialização acontece na medida em que o indivíduo participa ativamente da vida em sociedade, aprende suas normas, valores, hábitos e costumes.
O líder cristão necessita de viver ativamente, solidamente e exemplarmente sua vida social, em seus vários níveis ou contatos sociais (primários e secundários).
- A vida social ativa do líder cristão. Implica em que o mesmo deve assumir o seu papel (responsabilidade) de ator e sujeito histórico, de agente transformador da realidade, da busca de uma sociedade mais justa, através de ações concretas que beneficiem os seus familiares (Mt 15.1-9; 1 Tm 5.8), os da família da fé (At 4.32-35; 6.1; 11.27-30; Rm 15.25-27; 1 Co 16.1-4; Gl 6.9-10) e de maneira geral, o seu próximo (Lc 10.25-37; Jo 6.1-13). O líder cristão não deve ser um sujeito alienado das principais questões de sua época (econômica, política, religiosa, ambiental, educacional, saúde, legal etc.);
- A vida social sólida do líder cristão. A sociedade contemporânea é caracterizada por aquilo que o sociólogo polonês Zygmunt Bauman definiu como “modernidade líquida”, caracterizada pela fragilidade dos laços humanos, da virtualidade das amizades e da brevidade dos relacionamentos, afetando desta maneira a qualidade e solidez de nossas relações sociais. Os relacionamentos tornam-se descartáveis, coisificados, desumanizados. É a sociedade do homem sem vínculos familiares, sem vínculos de amizade, sem vínculos com igrejas, sem vínculos com ministérios, sem vínculos com convenções etc. O líder cristão, na condição de sal da terra e luz do mundo (Mt 5.13-16), não conformado ao sistema (Rm 12.2), é promotor da solidez, da perpetuidade e da qualidade dos seus relacionamentos com os de fora (1 Co 5.9-10, com os de dentro (1 Ts 4.9-12; 1 Tm 5.1-3; 1 Jo 4.20-21), com a sua família (1 Co 7.10-13, 32-34; Ef 5.22, 25; 6.1-4). O líder cristão é um cultivador de amizades sinceras. Como bem escreveu Swindoll (1998, p. 291) “...penso em meus amigos como grandes árvores frondosas, que estendem seus ramos sobre mim, oferecendo sombra, cuja presença é uma proteção contra as rajadas do vento de inverno e da solidão. Uma grande árvore protetora; isso é um amigo.”;
- A vida social exemplar do líder cristão.  O líder deve conduzir-se em sua vida social (pública e familiar) exemplarmente. Nas qualificações para a separação, apresentação e consagração de obreiros, prescritas em 1 Timóteo 3.1-7 (NTLH), lemos que o líder deve, em termos de vida social, ser um homem que ninguém possa culpar de nada, ter somente uma esposa, ser moderado, prudente, simples, hospedeiro, não chegado ao vinho nem briguento, pacífico e calmo, não deve amar o dinheiro, ser um bom chefe de sua própria família, ser um bom educador dos filhos, ser respeitado pelos de fora da igreja, para que  não fique desmoralizado e não caia na armadilha do diabo;
 A alienação e falta de responsabilidade social de um obreiro, produzirá uma mensagem evangelística ou doutrinária desacreditada, descontextualizada e irrelevante, resultado de uma fé morta (Tg 2.14-26), de um ministério com muito discurso e pouca (ou nenhuma) ação.
3. O Líder como um ser ético
Comecemos observando alguns conceitos de “ética”.
Ética, do grego etiké é o estudo por parte da filosofia e da teologia, que busca identificar o certo e o errado. A ética busca oferecer discernimento, princípios ou mesmo um sistema de orientação na busca pela boa vida ou pela forma correta de agir nas situações gerais e específicas. De modo geral, os sistemas éticos são deontológicos (guia o comportamento identificando ou descobrindo o que intrinsecamente é certo ou errado) ou teleológicos (buscam guiar o comportamento entendendo os resultados ou os efeitos causados).
Ética cristã é o conjunto de princípios baseados nas Sagradas Escrituras, principalmente nos ensinos de Cristo e de seus apóstolos, cujo objetivo é orientar a conduta do cristão em seus relacionamentos com Deus, com o próximo, consigo mesmo e com a natureza.
Ética ministerial é o conjunto de princípios baseados na Bíblia Sagrada, de forma mais específica nos ensinos de Cristo e nas epístolas pastorais, que fundamentam e orientam a conduta do obreiro nas seguintes áreas:
a) Sua vida particular (1 Tm 4.16)
- Espiritual. Devoção, consagração, comunhão, sinceridade;
- Pessoal. O cuidado com a saúde física (exercício, descanso, alimentação), emocional (estresse, ansiedade, fadiga, angústia, medo, depressão) e mental (estudos, leitura);
- Familiar. O cuidado com o lar, a esposa e os filhos (comunicação, participação e atenção);
b) Sua vida em sociedade (Rm 13.1-7; 1 Co 10.31-33; 1 Tm 3.7)
- Em relação aos não crentes;
- Em relação às autoridades constituídas;
c) Sua vida congregacional (1 Tm 4.12)
- Com os irmãos em geral (crianças, adolescentes, jovens, adultos e anciãos);
- Com o sexo oposto;
- Com os seus companheiros de ministério;
- Com o seu líder;
- Com os seus liderados;
- Nas visitas pastorais;
- No gabinete pastoral;
- No púlpito;
- Na pregação;
- No ensino;
- Na administração;

 Como ser moral, social e ético, o líder cristão nos tempos pós-modernos, precisa continuar primando e observando os princípios norteadores da palavra de Deus, não se rendendo às ditaduras relativistas, filosóficas, antinomistas, ideológicas e culturais de nossa época.

A MANIFESTAÇÃO DA GRAÇA: A MULHER ADÚLTERA

 I
Conforme o texto de Jo 8.1-11, Jesus ensinava o povo quando alguns escribas e fariseus trouxeram à sua presença uma mulher surpreendida em adultério. Não temos informações acerca do homem que com ela adulterava, nem a razão de não ter sido trazido também.

É possível imaginar a hostilidade com que a mulher foi tratada, a vergonha pública a que foi submetida. Havia por parte dos escribas e fariseus um suposto desejo de justiça em relação ao fato, visto que na verdade o interesse maior era ter do que acusar Jesus (v. 6).

"Mestre, esta mulher foi apanhada em flagrante adultério. E na lei mandou Moisés que tais mulheres sejam apedrejadas; tu, pois, que dizes?", foi a pergunta dos escribas e fariseus. A lei determinava a pena de morte para este delito (Lv 20.10; Dt 22.22-24). Silenciosamente Jesus se inclina e passa a escrever na terra com o dedo. Os acusadores insistem na pergunta, pelo que Jesus se levanta e diz: "Aquele que dentre vós estiver sem pecado seja o primeiro que lhe atire pedra" (v. 7). Ele volta silenciosamente a inclinar-se e a escrever no chão.

Enquanto Jesus escreve na terra, suas palavras escrevem e marcam a consciência dos escribas e fariseus, e um após outro, a começar pelos mais velhos até os últimos, se retiram.

É neste exato momento, ao ficar só com a mulher, que a graça (favor imerecido) será percebida claramente na fala e nos atos de Jesus.

A GRAÇA DIALOGA

Apenas pela graça, visto que o pecado separou o homem de Deus, é que torna-se possível o diálogo de Deus com o homem. Assim como em tantos outros eventos, a começar pelo Éden, aqui, mais uma vez, o Senhor toma a graciosa iniciativa de conversar com o ser humano, sendo Ele quem é, e nos quem somos: "Mulher, onde estão aqueles teus acusadores? Ninguém te condenou? Respondeu ela: Ninguém Senhor!" (v. 10, 11a)

A GRAÇA ABSOLVE

Pela lei a mulher era culpada. O rei Davi vivenciou uma situação parecida, e mesmo sendo culpado foi objeto da graça de Deus (2 Sm 12.1-15). Jesus, Deus encarnado, lhe diz: "Nem eu tampouco te condeno" (v. 11b). O libelo acusatório é graciosamente contestado e suplantado pelo argumento e tese da graça. "Quem intentará acusação contra os eleitos de Deus? É Deus quem os justifica. Quem os condenará? É Cristo Jesus quem morreu ou, antes, quem ressuscitou, o qual está à direita de Deus e também intercede por nós" (Rm 8.33-34).

A GRAÇA LIBERTA

A graça liberta das prisões do pecado e da culpa. A ordem é clara: "vai"(v. 11c). Sem discursos, sem rodeios, sem ameaças. A libertação provinda da graça é objetiva, plena e verdadeira: "Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres" (Jo 8.36).

A GRAÇA RESPONSABILIZA

Não estamos tratando aqui de relativização moral ou de antinomismo (aversão às leis). Estamos tratando sobre a graça que busca na essência e no espírito da lei o seu real significado e propósito. A graça de Deus outorga perdão, mas é acompanhada de um convite à responsabilidade: "não peques mais" (v. 11d). A superabundância da graça (Rm 5.20) não nos dá o direito de abusar ou de banalizá-la: "Que diremos pois? Permaneceremos no pecado, para que a graça seja mais abundante? De modo nenhum! como viveremos ainda no pecado, nós os que para ele morremos?" (Rm 6.1-2)


A graça de Deus se manifestou salvadora a todos os homens (Tito 2.11). Se aproprie dela em nome de Jesus!

sábado, 19 de setembro de 2015

Ser Sábio
Ser sábio é se educar em Deus, é respeitar as pessoas, é amar desde o menor ao maior dos humanos, é compreender seu chamado, e não se sobreexceder sobre algo que não lhe pertence, toda criação pertence a Deus e Ele faz o que quer com ela; Porem sempre exercendo sua justiça; Acaso pensa o homem ser alguma coisa?
O homem sem Deus é terra, a terra com o fôlego de Deus é vida; A devasta tolice dos soberbos, faz do seu próprio caminho, ficar em trevas...
Qual vantagem de ser alguma coisa, sem se quer poder dar vida a si mesmo!
Pobre homem, pensa conhecer todas as coisas, em verdade digo, não conhece um palmo da verdade, se conhecesse não falaria tantas enfadas, só existe uma razão predominante que anda por si só, e não depende de homens, é a palavra que sai da boca de Deus, uma vez lançada, não volta vazia.
Ser usado por Deus, é ser usado por Deus, "e não Deus".
Vamos ser servos usados por Deus!
1 Coríntios 8:2-3 E, se alguém cuida saber alguma coisa, ainda não sabe como convém saber.
Mas, se alguém ama a Deus, esse é conhecido dele.

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

30 PENSAMENTOS PARA A VITÓRIA
1.Pense da forma como Deus pensa. (1 Coríntios 2:9), O que ninguém viu nem ouviu, e o que jamais alguém pensou que podia acontecer, foi isso que Deus preparou para aqueles que o amam.
2.Desenvolva uma visão de Vitória. (Isaias 43:19) Pois agora vou fazer uma coisa nova, que logo vai acontecer, e, de repente, vocês a verão.
3.Tenha um plano.(Provérbios 16:3). Peça a Deus que ele abençoe seus planos e eles darão certo.
4.Declare o que você busca.(Isaias 45:21).Falem logo e apresentem suas razões, consultem uns aos outros, se quiserem.
5.Permaneça forte mesmo nas adversidades. (Efésios 6:13) Por isso peguem agora a armadura que Deus lhe dá. Assim quando chegar o dia de enfrentarem as forças do mal, vocês poderão resistir aos ataques do inimigo e, depois de lutarem até o fim, vocês continuarão firmes, sem recuar.
6.Esteja sempre alegre. (Neemias 8:10) Vão agora para casa e façam uma festa. Repartam sua comida e o seu vinho com quem não tiver nada preparado. Este dia é sagrado para o nosso Deus, portanto, não fiquem tristes.
7.Você foi escolhido. (Jeremias 1:5) Antes do seu nascimento, quanto você ainda estava no ventre da sua mãe.
8.Conquiste a vitória. (Filipenses 3:13-14) É claro , irmãos, que eu não penso que já consegui isso. Porém uma coisa eu faço: esqueço aquilo que fica para trás e avanço para o que está a minha frente. Corro direto para a linha de chegada, a fim de conseguir o prêmio da vitória.
9.Tenha a atitude de gratidão.(Efésios 4:29) Não digam palavras que fazem mal aos outros, mas usem apenas palavras boas, que ajudam os outros a crescer na fé e a conseguir o que necessitam.
10.Supere os obstáculos. (I Coríntios 16:9) Pois encontrei aqui ótimas oportunidades para um grande e proveitoso trabalho.
11.Declare bênçãos.(Números 6:24-26) Que o SENHOR os abençoe e os guarde, que o SENHOR os trate com bondade e misericórdia. que o SENHOR olhe para vocês com amor e lhes dê a paz.
12.Desenvolva a mentalidade de recuperação. (Joel 2:25-26) Devolverei tudo o que vocês perderam quando eu mandei as enormes nuvens de gafanhotos, que, como exércitos destruíram as colheitas.
13.Mantenha o foco no futuro. (Hebreus 10:35). Portanto, não percam a coragem, pois ela traz uma grande recompensa.
14.Alimente sua fé.(1 João 5:4). Porque todo filho de Deus pode vencer o mundo. Assim, com a nossa fé conseguimos vitória sobre o mundo.
15.Viva para caridade.(Lucas 6:38). Dêem aos outros, e Deus dará a vocês. Ele será generoso, e as bênçãos que ele lhes dará serão tantas, que vocês não poderão segurá-las nas suas mãos.
16. Viva pelo Espírito Santo. (Gálatas 5:16).Quero dizer a vocês o seguinte: deixem que o Espírito de Deus dirija a vida de vocês e não obedeçam aos desejos da natureza humana.
17.Libere o passado (Filipenses 3:13-14) É claro, irmãos, que eu não penso que já consegui isso. Porém uma coisa eu faço: esqueço tudo aquilo que fica para trás e avanço para o que está na minha frente. Corro direto para a linha de chegada a fim de conseguir o prêmio da vitória.
18.Filtre seus pensamentos (Salmos 101:4) Afastarei de mim pensamentos desonestos e não terei nada a ver com a maldade.
19.Fique firme. (Êxodo, 14:13)Não tenham medo. Fiquem firmes e vocês verão que o SENHOR vai salvá-los hoje.
20.Harmonize sua vida. (Sabedoria de Salomão 1:6) A Sabedoria é um espírito que ama a humanidade e ela não perdoa a pessoa que diz blasfêmias. Pois Deus vê os sentimentos mais íntimos de todos, ele conhece bem o que as pessoas pensam.
21. Espere bênçãos. (Salmos 84:12) o SENHOR Deus é a nossa luz e o nosso escudo. Ele ama e honra os que fazem o que é certo e lhes dá tudo o que é bom.
22.Perdoe dores passadas. (Efésios 4:31-32). Abandonem toda a amargura, todo ódio e toda raiva. Pelo contrário, sejam bons e atenciosos uns para com os outros. E perdoem uns aos outros, assim como Deus, por meio de Cristo , perdoou vocês.
23.Cuide de sua imagem. (Provérbios 23:7). Não se mate de trabalhar, tentando ficar rico, nem pense demais nisso.
24.Evite coisas más. (Tiago 3:16-17) Pois onde há inveja e egoísmo, há também confusão e todo tipo de coisas más. A sabedoria que vem do céu ;e antes de tudo pura , e é também pacífica, bondosa e amigável.
25.Descanse e aguarde (Habacuque 2:3). Ainda não chegou o tempo certo para que a visão se cumpra; porém ela se cumprirá sem falta. O tempo certo vai chegar logo, portanto, espere, ainda que pareça demorar, pois a visão virá no momento exato.
26.Espere o melhor de Deus. (Isaias 40:31). Mas os que confiam no SENHOR recebem sempre novas forças. Voam nas alturas como águias, correm e não perdem as forças, andam e não se cansam.
27. Seja você mesmo (Efésios 2:10) Pois foi Deus quem nos fez o que somos agora; em nossa união com Jesus Cristo, ele nos criou para que fizéssemos as boas obras que ele já havia preparado para nós.
28. Deixe Deus ser sua defesa. (Hebreus 10:30). O SENHOR julgará o seu povo.
29. Seja vigilante. (Provérbios 4:23). Tenha cuidado com o que você pensa, pois sua vida é dirigida pelos seus pensamentos.
30. Louve a Deus. (Salmos 44:7-8) não é no meu arco que eu confio, e não é a minha espada que me dá a vitória, pois foste tu que me livras-te dos nossos inimigos e venceste aqueles que nos odeiam. Nós te louvaremos o dia todo; nós te somos gratos para sempre.

Postagem

  Qual o seu ponto de vista? Porque vivemos por fé, e não pelo que vemos. - 2 Coríntios 5:7 Qual é o seu ponto de vista diante das situações...