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sábado, 4 de maio de 2019

Cuidado com os cães!

Nathanael Winkler
Em Filipenses 3.2 lemos: “Cuidado com os ‘cães’, cuidado com esses que praticam o mal, cuidado com a falsa circuncisão!”. Paulo passa esse tipo de advertência em quase todas as suas cartas. Ele adverte contra falsos mestres que penetram na igreja e ensinam algo diferente do que Paulo e os apóstolos. Ele descreve os falsos mestres como cães, como quem pratica o mal e como aqueles que introduzem uma falsa circuncisão. Quando se trata do evangelho, Paulo não contemporiza. Do ponto de vista atual, isso não é “politicamente correto”. Em nossos dias, muitos – especialmente políticos – procuram enfeitar o que dizem para de modo nenhum ferir alguém. Paulo, no entanto, não pode tolerar nada que afaste da doutrina da graça.
Quem são os cães a que Paulo se refere? Naqueles tempos, os cães eram diferentes daqueles que conhecemos hoje. Para nós, o cão é um animal doméstico e é tido como agradável, gentil e o melhor amigo. Naqueles tempos, porém, os cães eram selvagens, circulavam em bandos e só viviam em busca de vítimas. O mesmo comportamento é o dos falsos mestres que penetram na igreja. Eles procuram a quem possam devorar e onde estão os pontos fracos.
No Salmo 59.4-5 diz: “Mesmo eu não tendo culpa de nada, eles se preparam às pressas para atacar-me. Levanta-te para ajudar-me; olha para a situação em que me encontro! Ó Senhor, Deus dos Exércitos, ó Deus de Israel! Desperta para castigar todas as nações; não tenhas misericórdia dos traidores perversos”. Davi descreve aqui os descrentes, os pagãos. Mas em quem Paulo pensa? De certo modo, Paulo também se refere aos descrentes. Em Filipenses 3.3 ele enfatiza: “Pois nós é que somos a circuncisão”. Os falsos mestres eram judaístas e pregavam a circuncisão. Afirmavam que os crentes deveriam circuncidar-se para serem membros efetivos da igreja.
Paulo era judeu e em geral enfrentava oposição dos judeus. Aonde quer que ele fosse, seu primeiro destino era sempre a sinagoga. De fato, esse era o melhor ponto de partida para evangelizar numa cidade. Em geral, os judeus causavam então algum tumulto por não concordarem com Paulo. Onde há tumulto, costuma juntar gente para ver o que há. Uma oportunidade como essa pode ser aproveitada para pregar a todos. Assim, naquele tempo viviam no Império Romano muitos judeus espalhados por toda parte, e Deus usou essa situação para divulgar o evangelho. Paulo enfrentava oposição por perseguição. Os judaístas ensinavam “Jesus e a circuncisão” ou “Jesus e o sábado” ou “Jesus e uma outra lei”. Não era mais a graça somente.
Se alguém pregar um evangelho diferente daquele anunciado pelos apóstolos, ele será um falso mestre e amaldiçoado.
Paulo identifica esses “cães” também com “esses que praticam o mal”. O termo “praticam” designa pessoas ativas e que, nesse caso, vêm trazer um outro evangelho. Esse também era o problema das igrejas na Galácia: “Admiro-me de que vocês estejam abandonando tão rapidamente aquele que os chamou pela graça de Cristo, para seguirem outro evangelho que, na realidade, não é o evangelho. O que ocorre é que algumas pessoas os estão perturbando, querendo perverter o evangelho de Cristo. Mas, ainda que nós ou um anjo dos céus pregue um evangelho diferente daquele que pregamos a vocês, que seja amaldiçoado!” (Gl 1.6-8). Também aqui Paulo não deixa dúvidas. Ele diz que, se alguém pregar um evangelho diferente daquele anunciado pelos apóstolos, ele será um falso mestre e amaldiçoado.
Esses “que praticam o mal” talvez fossem externamente perfeitos, talvez seu estilo de vida parecesse impecável. Talvez tais pessoas tenham sido observadas e tenham impressionado com sua aparência exemplar e decente. No entanto, não devemos deixar-nos enganar: Satanás não é tolo, ele sabe como pode seduzir os crentes. Em Filipenses 3.18 Paulo escreve em prantos: “Pois, como já disse repetidas vezes, e agora repito com lágrimas, há muitos que vivem como inimigos da cruz de Cristo”. O apóstolo conhece o mal que esses inimigos poderão provocar. Ele adverte os filipenses a ficarem atentos e, com respeito aos judaístas, que deverão guardar-se do legalismo.
Tendemos facilmente a pensar que devemos oferecer algo a Deus para receber algo dele. É a natureza humana: se eu trabalhar, serei remunerado. Em parte, também pensamos assim em relação à obra da redenção: preciso fazer algo a fim de merecê-la.
Não, nós nada podemos oferecer a Deus. Jesus Cristo realizou tudo por nós. É graça e apenas graça. Será que isso significaria então que podemos fazer o que bem entendemos? Não, um cristão que pensa assim precisaria se questionar se ele realmente experimentou um novo nascimento. Um cristão em quem realmente habita o Espírito de Deus desejará viver segundo o padrão de Deus. Ele será transformado pelo Espírito de Deus. Mas se começarmos a pregar a necessidade de praticar isso e mais aquilo para conquistar a salvação, como por exemplo guardar sábados e determinadas festas, observar leis de pureza, jejuar, confessar-nos, isto será um outro evangelho, que não encontramos na Bíblia.
Naquele tempo, o que penetrava na igreja eram os judaístas e adicionalmente as marcas das religiões pagãs. E como é a situação nas nossas igrejas? Em Mateus 7.21-23 lemos: “Nem todo aquele que me diz: ‘Senhor, Senhor!’, entrará no Reino dos céus, mas apenas aquele que faz a vontade de meu Pai que está nos céus. Muitos me dirão naquele dia: ‘Senhor, Senhor, não profetizamos em teu nome? Em teu nome não expulsamos demônios e não realizamos muitos milagres?’ Então eu lhes direi claramente: Nunca os conheci. Afastem-se de mim vocês que praticam o mal!”.
Trata-se aqui de pessoas ativas na igreja, mas cuja motivação não é bíblica. Nem são renascidas e penetram na igreja por ganância. Essa gente, que Paulo chama de “cães” e praticantes do mal, introduzirá uma falsa circuncisão.
Teria Paulo algo contra a circuncisão? Em Filipenses 3.5 ele diz de si mesmo: “Circuncidado no oitavo dia”. Mas ali ele fala da sua vida quando ainda não era crente. Contudo, o que foi que ele fez depois com Timóteo? Atos 16.1-3 relata: “[Paulo] Chegou a Derbe e depois a Listra, onde vivia um discípulo chamado Timóteo. Sua mãe era uma judia convertida e seu pai era grego. Os irmãos de Listra e Icônio davam bom testemunho dele. Paulo, querendo levá-lo na viagem, circuncidou-o por causa dos judeus que viviam naquela região, pois todos sabiam que seu pai era grego”.
Paulo circuncidou Timóteo. A mãe de Timóteo era judia e sua circuncisão era uma expressão do seu pertencimento ao povo de Israel. Ele era judeu, e por isso não havia nenhum problema em que ele se circuncidasse. A circuncisão foi feita para que ele não escandalizasse os judeus. Paulo mesmo escreveu que ele se tornou judeu para os judeus e grego para os gregos (1Co 9.20-21). Esse foi um passo muito sábio de Paulo a fim de não se expor desnecessariamente a ataques. No entanto, isso de modo nenhum significa que ele pregasse a circuncisão. Ele enfatizava que aqueles que introduziam a falsa circuncisão exigiam a circuncisão de todos.
Também nós precisamos ficar atentos em relação ao judaísmo para não nos ocuparmos com coisas que nos conduzam de volta à lei da antiga aliança ou de introduzi-las em nossa vida, afastando-nos assim da graça de Cristo. Pergunto-me por que um cristão deveria de repente colocar um quipá na cabeça se o Senhor e os apóstolos não mandaram fazer isso. Talvez alguém goste disso, mas o faz para quem? E se alguém quiser guardar o sábado, que o faça, mas então essa pessoa deveria guardar ainda muito mais da lei da antiga aliança. Temos alguém que cumpriu toda a lei: Jesus Cristo. Ele nos salvou. O objetivo de Paulo era anunciar que não precisamos mais retornar à lei.
Deus não quer que vivamos a nossa fé em função da nossa própria força, porque assim fracassaremos.
Ele explica: “Porque nós é que somos a circuncisão, nós que adoramos a Deus no Espírito, e nos gloriamos em Cristo Jesus, e não confiamos na carne” (Fp 3.3, RA). Nós que pertencemos a Jesus Cristo é que somos a circuncisão, tanto gentios como judeus. Deus não quer que vivamos a nossa fé em função da nossa própria força, porque assim fracassaremos. A nossa própria força nos levará ao desespero.
Quando Paulo enfatiza aqui o termo “carne”, ele não se refere a algum comportamento pecaminoso. A lei não é pecado; antes, a lei revela a nossa pecaminosidade. Quando a Bíblia fala de carne, geralmente ela trata da oposição entre a carne e o espírito. Muitas vezes interpretamos a ideia de “carne” como pecado, imoralidade, adultério, prostituição, mas aqui não se trata de pecado e sim de algo que queremos alcançar na carne por meio da nossa própria força. A carne é a essência do “eu”: eu preciso fazer, eu preciso cumprir a lei, eu preciso orar cinco vezes por dia etc. Confiar na carne busca uma redenção por obras – e nesse caso estaríamos perdidos. Quando vivemos no Espírito, não nos orgulhamos do nosso próprio desempenho, mas tão somente de Cristo, e é exatamente isso que Paulo faz nos versículos seguintes, em que ele mostra que, se um judeu pudesse orgulhar-se de tudo aquilo que conseguiu por meio da carne, então esse judeu seria ele mesmo. Mas Paulo considera tudo isso como perda, como lixo. Para Paulo, Jesus Cristo tornou-se tudo.
“Pois vocês são salvos pela graça, por meio da fé, e isto não vem de vocês, é dom de Deus; não por obras, para que ninguém se glorie. Porque somos criação de Deus realizada em Cristo Jesus para fazermos boas obras, as quais Deus preparou antes para nós as praticarmos” (Ef 2.8-10).

terça-feira, 2 de abril de 2019

Ele Ressuscitou Mesmo!
de Edward Fudge
Quando o apóstolo Paulo resumiu coisas “de maior importância”, ele usou verbos e não substantivos para identificar o que é essencial na fé cristã. O Messias morreu... foi sepultado... ressuscitou...apareceu – tal qual diziam as Escrituras (1 Cor 15:1-8). E assim como esses eventos são a basa da fé, vida e ensinamento cristão, a ressurreição de Jesus Cristo dá significado a esta sequência de eventos.
Se Jesus não tivesse ressuscitado, sua morte poderia trazer tristeza, mas não alcançaria nossa redenção. Se ele foi sepultado significa que ele realmente morreu. Se ele reviveu depois de morrer, alguma nova ordem de vida deve ter começado. Não é de admirar que o depoimento de muitas testemunhas que o viram vivo – em várias condições, estados mentais e variedades de circuntâncias – tornou-se a base para marcar a história dali em diante, de acordo com o relacionamento temporal com a vida terrena deste homem.
A lógica é clara. Jesus está morto, seus amigos o vêem sendo sepultado, mas antes que o fim de semana acabe, seu túmulo é encontrado vazio. Depois, para a surpresa deles, pessoas em diferentes locais começam a se encontrar com Jesus, que os assegura de que ele está vivo e de que eles não estão vendo um fantasma.
A ressurreição de Jesus não é uma experiência espiritual e sentimental, com borboletas, coelhinhos e flores da primavera. Não é um cumprimento imaginário de um desejo antigo mas suprimido; não é uma técnica literária de ficção simbolozando um novo começo psicológico. É um evento histórico que ocorreu neste universo criado e que abriu uma porta de dimensões de vida e realidade que nem podemos imaginar.
Jesus não voltou da morte, como se ele tivesse colocado seu pé numa poça de água e tirado-o imediatamente. Ele passou pela morte com todo o seu perigo e trevas – passou por ela até o outro lado, para uma nova vida nunca experimentada antes.
A primeira geração de apóstolos e evangelistas não saiu proclamando uma nova religião, uma igreja especial, uma lei diferente, nem mesmo céu e inferno, e como ganhar um e se livrar do outro. Não, eles relataram a história de Jesus de Nazaré – o qual os homens assassinaram, mas Deus ressuscitou; o qual foi rejeitado pelos homens, mas exaltado por Deus; cuja ressurreição comprovou Jesus como Messias, autenticou-o como Salvador e identificou-o como futuro juiz.
Ao longo de todos os textos cristãos mais antigos contidos na Bíblia, a ressurreição de Jesus se destaca como a pedra fundamental, o manancial, o compasso, da qual e pela qual tudo que é importante flui, ou é alcançado, ou é compreendido. Traz à luz o desejo de Deus para todo o seu povo e toda a sua criação, e mostra seu poder que tornará tudo aquilo possível.
Ao nos reunirmos nesta Páscoa, congratulemo-nos uns com os outros, destemidamente, afirmando “Jesus ressuscitou!”, e respondamos “Ele ressuscitou mesmo!” E nos alegremos grandemente e demos graças a Deus com todo nosso coração.

sexta-feira, 22 de março de 2019

Massacre é coisa do Diabo!

Daniel Lima
Na semana passada tivemos mais uma versão brasileira de um massacre escolar. Dois indivíduos fortemente armados invadiram uma escola e mataram pelo menos oito pessoas para, logo em seguida, se suicidar. Os detalhes são muito semelhantes ao que já nos acostumamos a ver. Após o evento, várias pessoas tentaram obter ganhos políticos com críticas ao atual ou aos antigos governos; ao mesmo tempo, muita gente tentou compreender o que acontece na mente e coração de alguém para cometer um ato desses. Agredir e até matar alguém em um acesso de raiva, ou por uma ofensa, é algo atroz, mas segue uma lógica – ainda que distorcida. No entanto, invadir uma escola e matar crianças de modo indistinto entra no campo da insanidade.
A resposta da insanidade parece bastante razoável e remove de cena uma possibilidade muito assustadora: que nós seres humanos “normais” somos capazes de atrocidades. Assim, fico me perguntando se insanidade, neste caso, pode ser uma desculpa que nos isenta como sociedade de lidar com alguns fatores que têm um grande poder influenciador em atos assim. Neste texto, gostaria de propor que um massacre como esse é coisa do Diabo! Por favor, não estou dizendo que um ou outro dos rapazes estavam “possuídos por um demônio” (por “possuídos” quero dizer no sentido de que não sabiam o que faziam ou que seus corpos obedeciam a uma outra entidade que não eles mesmos).
Apesar de difícil, esse e outros atentados assim realmente me parecem coisa do Diabo. Não estou buscando inocentar ninguém, mas tentar ver o que há por trás de tais atos. E vejo um plano diabólico, pois a Bíblia fala com clareza que Satanás veio para “roubar, matar e destruir” (João 10.10). Eu vejo este plano que desemboca em massacres em muitos atos que como sociedade aprendemos a tolerar e achar muito normal.
Por exemplo, videogames de extrema violência – aqueles onde cometer atos de sadismo resultam numa pontuação maior – são veículos que promovem a agenda de Satanás. Quem produz, quem vende e quem joga jogos assim, quer conscientemente ou não, está promovendo uma agenda satânica. O mesmo pode ser dito de filmes ou séries que, de maneira muito hábil, elaboram um enredo em que a única solução é a violência extrema. Isso não significa que todo mundo que assiste a um filme violento vai reproduzir estes atos na vida real; no entanto, deixar que cenas assim sejam registradas em seu cérebro no mínimo aumenta nossa tolerância com esta mesma agenda. Não importa se o enredo justifica a violência, ou se o contexto faz com que atos de violência sejam percebidos como atos de justiça.
A Bíblia fala com clareza que Satanás veio para roubar, matar e destruir.
Uma outra área em que a agenda satânica é promovida são nossos relacionamentos. Há famílias em que os pais, seja por simples cansaço e desinformação, seja por conflitos pessoais ou por opções quanto a um estilo de vida, são afastados de um convívio mínimo com seus filhos. Há situações em que indivíduos são ridicularizados, traumatizados, violentados... sem que exista consequências para quem pratica tais delitos, ou acompanhamento para quem os sofre. De alguma forma, tanto o abandono daqueles que deveriam dar afeto quanto o abuso de companheiros em geral são também parte de uma agenda satânica.
Some-se a isso os repetidos escândalos em que criminosos julgados conseguem escapar com poucas ou nenhuma consequência, perpetuando a impressão de que “não dá nada mesmo”, e temos uma sociedade que promove um contexto de violência, abuso e impunidade. Por que estamos chocados com massacres assim? Ou talvez a pergunta melhor seria: por que ficamos indignados com este evento (o que certamente deveríamos) e não com suas bases (violência, abuso e impunidade)? Será que como sociedade podemos então simplesmente riscar nossa responsabilidade designando de insanidade um ato de tamanha crueldade? Paulo, ao escrever a Timóteo, lança este alerta:
1Saiba disto: nos últimos dias sobrevirão tempos terríveis. 2Os homens serão egoístas, avarentos, presunçosos, arrogantes, blasfemos, desobedientes aos pais, ingratos, ímpios, 3sem amor pela família, irreconciliáveis, caluniadores, sem domínio próprio, cruéis, inimigos do bem, 4traidores, precipitados, soberbos, mais amantes dos prazeres do que amigos de Deus, 5tendo aparência de piedade, mas negando o seu poder... (2Timóteo 3.1-5)
A descrição acima parece se aplicar com facilidade à nossa própria sociedade. Deixe-me destacar apenas 3 palavras. No verso 2 Paulo afirma que os homens serão “egoístas” (amantes de si mesmos). Temos visto isso crescer e inclusive tornar-se base de legislação. Um dos mais fortes argumentos pró-aborto é que ter uma criança “interfere nos direitos reprodutivos da mulher”. Seguindo essa lógica, podemos terminar uma vida para que “eu” não seja prejudicado. Outra palavra é traduzida por “sem amor pela família”. A palavra no original significa sem afeto ou sem carinho. Podia ser traduzida por insensíveis. Mais uma vez, isso é visto com extrema frequência em nossa sociedade. Basta ouvir como pais se referem a seus filhos, e vice-versa. Por fim, no verso 3 temos, entre outras palavras que descrevem a falta de domínio próprio, o termo “cruéis”. A palavra no original significa não civilizado, bárbaro ou brutal. Este termo, dentre outros, descreve o massacre: foi um ato bárbaro, não civilizado, brutal ou cruel.
Não podemos, como sociedade, plantar violência, abuso e impunidade e esperar colher paz, harmonia e gentileza.
É impossível pensar neste massacre, olhar o estado de nossa sociedade e não lembrar de outra advertência do apóstolo Paulo: “De Deus não se zomba. Pois o que o homem semear isso também colherá” (Gálatas 6.7). Não podemos, como sociedade, plantar violência, abuso e impunidade e esperar colher paz, harmonia e gentileza.
Para nós cristãos, que nem sempre destoamos de algumas destas atitudes de nossa sociedade, nos resta continuar a ler a exortação de Paulo a Timóteo até os versos 16 e 17 do mesmo capítulo da segunda carta a Timóteo: “Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção e para a instrução na justiça, para que o homem de Deus seja apto e plenamente preparado para toda boa obra”.
O massacre foi de uma extrema tristeza. Orei pelas famílias de todos os que perderam a vida de modo tão estúpido. Minha sincera oração é que nossa sociedade seja confrontada com suas próprias opções e se volte para o único que pode nos trazer a verdadeira paz. Não há outro caminho. Sem um quebrantamento, vamos testemunhar mais e mais massacres como este ou eventos tão trágicos quanto ele.

terça-feira, 12 de março de 2019

O que talismãs e bolas de cristal não conseguem fazer

Lothar Gassmann
Deixe seus astrólogos se apresentarem, aqueles fitadores de estrelas que fazem predições de mês a mês, que eles a salvem daquilo que está vindo sobre você; sem dúvida eles são como restolho; o fogo os consumirá. Eles não podem nem mesmo salvar-se do poder das chamas. Aqui não existem brasas para aquecer ninguém; não há fogueira para a gente sentar-se ao lado.” (Isaías 47.13-14)
Muitas pessoas gostariam de olhar para o futuro. Elas vão ao adivinho ou vidente e pedem para que leiam suas mãos ou perguntem às estrelas. Isso as deixa mais felizes? Não seria algo extremamente difícil se, por exemplo, eu fosse informado de uma data para um – possível – acidente, enfermidade ou até da minha morte? Quão inseguros ficam os que seguem por esse caminho errado! Como fica aprisionada a alma que confia em coisas fabricadas (estrelas, talismãs, amuletos, pêndulos, varas, bolas de cristal etc.) ao invés de confiar em Deus, o Criador! Com que rapidez ela cai nas garras de Satanás e de seus demônios!
Devemos nos manter longe disso! Só Deus conhece o futuro. Em todos problemas e dificuldades devemos buscar refúgio junto dele em sincera e constante oração! Ele tem a melhor das intenções conosco. Ele nos acolhe em seus braços como um pai ou uma mãe fazem com o filho.
Jesus Cristo tem futuro. Cante louvores ao Senhor!
A todos que nele creem, ele dá vida e esperança.
Jesus Cristo tem futuro, não os ídolos de pedra,
não a estrela, nem o talismã. Só Jesus Cristo é Senhor.
Jesus Cristo tem futuro. Este mundo passará.
Mas em meio à guerra e dor, segurança ele dá.
Jesus Cristo tem futuro. Dê-lhe todo o seu tempo!
Esteja pronto, o dia do Senhor talvez em breve virá.
A noite não continua sendo noite, nem a dor continuará.
O medo não continua sendo medo, nem a morte continuará.
A luz irrompe clara, já hoje brilhando está.
Quando ele aparecer, que grande alegria será!

terça-feira, 19 de fevereiro de 2019

O Deus que conhece o nosso coração

“... o homem vê a aparência, mas o Senhor vê o coração.” (1Samuel 16.7)
O que temos diante dos nossos olhos? A aparência exterior: a face, beleza ou feiura, a força e a estatura. Aos olhos de Deus, porém, até mesmo características como inteligência, oratória, formação e títulos acadêmicos representam aspectos exteriores. O aspecto interior, por outro lado, é o coração. O que é o coração? Aqui ele não representa o órgão encarregado de bombear sangue através do nosso corpo. Aqui ele representa o ser interior da pessoa: seu relacionamento com Deus, com o próximo e consigo mesmo. É o que caracteriza o cerne de cada um.
O versículo acima foi proferido numa situação bem específica: Deus havia rejeitado o exteriormente grande e imponente rei Saul. Ele encarregou o seu profeta Samuel de ungir um novo rei para Israel. Samuel foi a Belém. Na casa de Jessé ele encontrou sete belos filhos desse homem. Samuel também ficou impressionado com eles, mas “o Senhor não escolheu nenhum destes”. O escolhido foi o oitavo: o jovem e discreto Davi, que estava cuidando das ovelhas. Deus observou o seu coração e o escolheu como o novo rei.
E nós, o que fazemos? Observamos o exterior, o primeiro plano das pessoas que encontramos? Ou pedimos que Deus aprofunde nosso olhar e que ele nos revele o coração das pessoas desconhecidas? Pela graça de Deus, nunca seremos capazes de olhar profundamente o coração dos outros – nem mesmo o nosso. Certamente ficaríamos assustados. Mas Deus nos conhece. Ele sonda nossos corações e pode transformá-los por meio do seu Espírito. Ele pode converter nossos corações orgulhosos e duros em utensílios humildes, amorosos e dispostos a servir.
Uma história nos foi transmitida desde a Idade Média: um rei chegou ao portão do mosteiro e pediu entrada com as seguintes palavras: “Abram, aqui está o vosso rei! Deixem-me entrar!”. O valente porteiro, atrás do portão trancado, respondeu: “Não conhecemos outro rei além de Deus”. O rei retrucou: “Abram, eu sou o vosso senhor!”. A resposta veio imediatamente: “Somente Deus é o nosso Senhor”. Então o rei caiu em si, refletiu e disse: “Aqui está um pobre pecador que seria bem-aventurado pela misericórdia”. “Esse nós conhecemos. Entre!” Oremos:

Quanto vale uma vida?

Daniel Lima
Na semana passada, a câmara dos deputados do estado norte-americano de Nova York aprovou uma lei que afirma: “Todo indivíduo que engravide tem o direito fundamental de escolher levar esta gravidez a termo ou realizar um aborto...”. Apresentada assim, a lei deixa claro o que eles entendem como direito básico. Um pouco adiante o texto acrescenta que o aborto pode ser realizado se “a gravidez estiver dentro de 24 semanas, ou houver uma ausência de viabilidade do feto, ou se o aborto for necessário para proteger a vida e saúde do paciente”. Quando se aceita o limite de 24 semanas, parece uma lei que garante direitos básicos à mulher. No entanto, na legislação norte-americana há outra decisão (esta da Suprema Corte) afirmando que “todos os fatores – físicos, emocionais, psicológicos, familiares e a idade da mulher – são relevantes ao bem-estar da paciente. Todos estes fatores estão relacionados à saúde”.
Assim, ao ler com um pouco mais de profundidade, percebe-se que quase qualquer argumento pode ser usado como razão para proteger a saúde da mulher e, portanto, ser justificativa para o aborto. Comentaristas jurídicos e políticos norte-americanos (tanto favoráveis como contrários a essa lei) concordam que com ela uma mulher pode legalmente realizar um aborto até o nono mês de gravidez. A lei foi imediatamente assinada pelo governador Andrew Cuomo, que sempre se apresentou como um forte defensor do direito de abortar.
Nestes últimos dias tenho lido também um relato mais antigo, mas tão atual quanto essa nova lei aprovada. É um livro descrevendo o processo de extermínio realizado pela Alemanha sob o regime nazista durante a Segunda Guerra Mundial. Extermínios e “limpezas étnicas” são tristemente comuns. Há inclusive evidências de que o extermínio por motivos políticos ou étnicos realizados pela União Soviética no mesmo período foi ainda pior. Os relatos da época documentam a firme convicção dos líderes nazistas de que estas raças eram realmente “sub-humanas” e, portanto, esta solução era um favor prestado ao mundo. Antes de descartarmos estas justificativas como absurdas, devemos lembrar que aquilo que o regime nazista (ou soviético) fez foi definir uma categoria de pessoas como não humanas. Uma vez dado este passo, sua eliminação é uma mera questão de eficiência ou saúde pública, assim como eliminar uma infestação de ratos ou escorpiões.
A questão fundamental então é: toda vez que uma sociedade define que um momento gestacional, uma condição ou um grupo étnico ou político tornam alguém menos do que um ser humano, sua eliminação torna-se uma questão de conveniência. É revelador que esta lei passada em Nova York descriminaliza o aborto, esclarecendo em sua definição de assassinato que o termo “pessoa” (vítima) se refere apenas a “um ser humano que nasceu e está vivo”. Partindo deste pressuposto, um bebê em seu nono mês de gestação não é uma pessoa e, portanto, pode ser descartado. Importa afirmar que o mesmo raciocínio pode e tem sido aplicado historicamente a pacientes em estado vegetativo, indivíduos privados de capacidades mentais ou, dependendo da ideologia, a algumas etnias ou opções sexuais. Em resumo, uma vez que uma sociedade decide que pode definir alguém como não humano, sub-humano ou algo menos que humano com base em ideologia, a única pergunta que resta é qual o critério para ser incluído nesta lista.
O testemunho bíblico mostra como Deus afirma conhecer o indivíduo desde as primeiras fases na gestação.
O argumento mais frequentemente levantado por aqueles que defendem a descriminalização do aborto são as condições atrozes em que clínicas clandestinas funcionam. Clamam que vidas estariam sendo salvas com a legalização do aborto. As alegações são verdadeiras e os relatos de soluções “caseiras” para abortar são ainda mais terríveis. Infelizmente, estes problemas não são solucionados com a eliminação de outra vida. Precisamos como sociedade trabalhar na solução do dilema da mulher (e lembremos também do homem) que se encontra diante de uma gravidez indesejada. A solução “fácil” da eliminação do feto significa o extermínio do vulnerável. Gostaria de tratar deste argumento em outro artigo.
Filosoficamente, acredito que em situações difíceis não se deve abrir mão de princípios, pois esses são nossos melhores guias em momentos escuros. Gostaria então de apresentar dois destes princípios dos quais não podemos abrir mão: (1) a vida começa na concepção e (2) toda vida humana é preciosa.

A vida começa na concepção

O testemunho bíblico parece unânime de que a alma do indivíduo tem início no momento da fecundação. Em outro artigo eu estudei o texto de Êxodo 21.21-25 . Além desse, Jó 10.8-12, Salmo 139.13-16, Jeremias 1.5 e Lucas 1.39-44, entre outros, mostram como Deus afirma conhecer o indivíduo desde as primeiras fases na gestação.
Muito embora, entre judeus e cristãos, a prática do aborto era tida como algo tão reprovável que provavelmente a advertência “não matarás” servia claramente como confrontação, o testemunho da história cristã é quase unânime contra o aborto. Um exemplo desta posição está no documento mais antigo que conhecemos da igreja e que era usado para a instrução de novos cristãos na igreja primitiva, o Didaquê. Em sua primeira parte (“Os Dois Caminhos”), ele afirma: “Não mate a criança no seio (ventre) de sua mãe, nem depois que ela tenha nascido”. Os Pais da Igreja também se mostravam claramente contra o aborto. Clemente de Alexandria (150-215 d.C.) escreve: “A fim de ocultar sua imoralidade, usam drogas abortivas que expulsam a matéria completamente morta, abortando também seus sentimentos humanos”. Tertuliano (160-240 d.C.) ensina ainda mais claramente: “Nós não podemos nem destruir o feto no ventre”. A mesma posição é defendida praticamente de forma unânime por homens como Atenágoras, Hipólito, Basílio de Cesareia, Ambrósio, Jerônimo, João Crisóstomo e Agostinho, entre outros.
Também é fundamental reconhecer que não há nenhum fato científico que demonstre que um zigoto não é vida. Tudo depende de definições mais baseadas em posturas ideológicas do que rigorosamente científicas. Em todo o processo gestacional, o fato novo e único, que dá ao menos possibilidade a um novo ser, é a concepção. Ou seja, antes não havia nem sequer um ser em potencial; a partir da fecundação, um ser em formação surge.
Os Pais da Igreja também se mostravam claramente contra o aborto.
O movimento pró-aborto procura minimizar a importância deste momento, mas não consegue apontar um outro momento tão significativo onde a vida começa. Com isso, se a vida não começa na concepção, pode-se escolher quase qualquer outro momento.

Toda vida humana é preciosa

A convicção cristã de que fomos feitos à imagem de Deus torna o cristianismo diferente da grande maioria das ideologias correntes. Primeiro, pois nossa dignidade é fundamentada em um ser absoluto em santidade e poder que transcende nossa realidade imediata. Somos desta forma também transcendentes! Segundo, pois esta crença nos atribui propósito e dignidade diante da própria criação. Mesmo a convicção da Queda e da ruptura de nossa relação com Deus não nos rouba desta dupla dignidade. Somos imagem de Deus, ainda que distorcida e corrompida.
O testemunho bíblico também é unânime em defender a preciosidade da vida humana. Apesar dos relatos das matanças nas guerras de Israel, além do preceito de “não matarás” há uma passagem em Êxodo 22 que dá destaque a este princípio.
2Se o ladrão que for pego arrombando for ferido e morrer, quem o feriu não será culpado de homicídio, 3mas, se isso acontecer depois do nascer do sol, será culpado de homicídio.
A lei descrita parece reconhecer que há situações onde, ao se defender, um homem pode chegar a matar outro. No entanto, a justificativa não é uma liberação para matar o outro ser humano. Se o confronto ocorrer durante o dia, o assassinato deve ser evitado; caso contrário, mesmo em defesa de seu patrimônio, quem matar será culpado. O valor da vida, no entanto, não se refere meramente a uma existência terrena, mas ao caráter único de uma vida. Cada indivíduo é tido como precioso por quem é (Salmo 139).
Minha oração é que você – que, como eu, é discípulo de Jesus – reflita sobre este tema delicado e se torne mais uma voz, não impondo nossa fé mas defendendo milhões de seres humanos que serão, conforme avança este entendimento pró-aborto, mortos no paradoxal altar dos “direitos humanos”. Direitos estes que são arbitrariamente negados àqueles que pagarão a maior pena por esta decisão.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

🔥 Como Será a Vida no Inferno
"Então o rei disse aos que serviam: ‘Amarrem-lhe as mãos e os pés, e lancem-no para fora, nas trevas; ali haverá choro e ranger de dentes’. (Mateus 22:13)
Como cristão, nossa maior curiosidade é saber como será o céu, pois certamente estamos ansiosos para subir e ver o Senhor.
👉Porém, estudar sobre o inferno é muito edificante, pois nos deixa cada vez mais sóbrios, lúcidos, vigilantes e até fervorosos! E isso ainda nos ajuda a evangelizar. Vejamos uma descrição do inferno:
Jesus é quem mais fala sobre o inferno, então ficaremos com suas palavras. No texto lido, Ele diz: Lancem-no para fora, nas trevas!
 E trevas quer dizer um lugar tão escuro que não se pode ver nada. E se o inferno é escuridão total, significa que não será possível ver outras pessoas por lá. Será a sensação de estar sozinho!
📌 E o contexto do mesmo versículo confirma esse pensamento de que não será possível ver outras pessoas. Porque diz:
Haverá choro e ranger de dentes! Tanto choro, como dentes rangendo, são coisas para se ouvir. Isso explica porque o rico (Lc 16:23) parecia estar sozinho ali nas chamas.
Então a vida no inferno é solitária, não pense que você irá encontrar os amigos no inferno. Pois isso lhe daria algum momento de prazer, e prazer NENHUM haverá lá.
👂 O inferno esta cheio de pessoas, porém, ninguém consegue ver nada, apenas ouvir vozes de gritos, choros, lamentações etc.
👉 E sendo o inferno escuridão total, significa que o fogo de lá não é igual o fogo daqui da terra.
E nem poderia, pois o fogo da terra precisa dos elementos daqui para se manter.
O inferno não fica na terra, portanto o fogo do inferno certamente é diferente, começando pelo fato de que: O fogo da terra ilumina, serve de luz, mas o fogo do inferno não ilumina nada, apenas queima e arde.
👉 Jesus também disse o seguinte: "Ali haverá choro e ranger de dentes, quando vocês virem Abraão, Isaque e Jacó e todos os profetas no Reino de Deus, mas vocês excluídos. (Lc 13:28)
Como é possível do inferno ver o céu
E por qual motivo as pessoas no inferno iriam ver o céu
 E o próprio Jesus afirma novamente que do inferno é possível ver o céu, quando fala do Rico e Lázaro. (Lc 16:23). O rico olhou para cima e viu Abraão e viu também a Lázaro no seu seio.
Mas o texto não diz que Lázaro viu o rico, porque a vida de Lázaro agora é só alegria, não lhe é permitido nada que possa causar algum sofrimento, mesmo que seja sentimento de pena do rico. (Ap 21:4).
📌 É possível ver o céu estando no inferno, para que não aja dúvidas de que existia outra opção!
Pois ao passar a eternidade no inferno, você poderá pensar que o inferno é a única coisa que existe, e pensar que todos sem exceção vão para o inferno, e dessa forma, você iria se consolar com esse pensamento achando que todos estão passando o mesmo sofrimento que você.
👉 Por isso, é importante que você veja o céu, para que não aja possibilidade de pensar que todos estão no inferno, para que não aja chance alguma de você se consolar com essa ideia, para que seu sofrimento seja evidenciado pelo fato de que: O céu existe! E você NÃO ESTA LÁ!
Por isso Jesus diz: Quando virdes Abraão, Isaque e Jacó e todos os profetas no reino de Deus, e vós lançados fora! (Lc 13:28).
E certamente que Jesus esta falando do céu e do inferno nesse versículo, pois ele começa dizendo: Ali haverá choro e ranger de dentes. E essa expressão é usada somente para o inferno. (Mt 8:12. 13:42,50. 24:51).
Então a vida no inferno será solitária, sofrida, você não terá nenhum momento de prazer, nenhum segundo de alegria. Nem mesmo um pensamento alegre será possível.
👉 Conforme Lucas 16:24. No inferno você irá querer orar mais que tudo, porém não será atendido em nada. O mínimo pedido de uma gota de água, será negado! O homem rico não pediu para sair do inferno, parece que os que vão para lá, são conformados a ficar por lá, pela eternidade.
👉 Conforme Lucas 16:27,28. Você entenderá a importância de pregar a palavra para as pessoas, de evangelizar, de falar das boas novas de salvação e ficará torcendo para que os da sua família que ainda estão vivos, não morram sem Cristo!
 A bíblia diz mais sobre o inferno: 
É um lugar onde o seu verme não morre, e o fogo não se apaga. (Mc 9:44).
Um lugar onde a fumaça do tormento das pessoas sobe pelo século dos séculos. (Ap 14:11).
E que os santos no céu louvam ao Senhor pelo juízo aplicado aos inimigos de Deus. (Tg 4:4. Ap 19:3. Is 34:10).
Acordemos e despertemos, pois é tempo de evangelizar, de pregar a palavra, de parar de brincar e se converter!

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